terça-feira, 29 de novembro de 2011

Workshop "O Rio é de vocês" traz novidades ao trade

Na tarde desta terça-feira (29), empresas do trade turístico do Estado do Rio de Janeiro se reunem no Hotel Braston, em São Paulo, para o workshop "O Rio é de vocês". A intenção do evento é apresentar os produtos e promoções turísticas do estado do Rio de Janeiro para a temporada de 2012.

De acordo com Sergio Mello, representante do Setur do Rio de Janeiro, o workshop é um instrumento de marketing para divulgar as atrações presentes no estado do Rio de Janeiro. "São Paulo procura bastante o nosso mercado e hoje trouxemos novos materiais com mapas e informações sobre as cidades. Estamos oferecendo a Costa Verde, composta por Angra dos Reis e Paraty, Costa do Sol, Búzios, Cabo Frio e Arrail do Cabo e claro, a nossa capital. Temos interesse em fortalecer os nossos indutores", afirma.


A marca do Rio de Janeiro no mercado mundial é muito forte, e segundo Luiz Antonio Kallut, representante da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer, os grandes eventos esportivos vão contribuir muito com o fluxo de turistas para o Rio de Janeiro. "O esporte também está ligado ao turismo e nosso objetivo neste workshop é divulgar o que o estado oferece de lazer pra todo o trade", ressalta.

Segundo Márcia Pessôa, gerente de turismo e incentivo do Rio Convention & Visitors Bureau o workshop "O Rio é de vocês" é o único evento exclusivo para as empresas que vendem o destino Rio de Janeiro. "Quem vem ao evento é quem realmente tem interesse no nosso estado. A cidade de São Paulo é o nosso maior emissor e o Rio de Janeiro está na moda com tantos eventos que estamos proporcionando", exemplifica.

Com o foco em turismo de lazer e turismo corporativo, o Rio de Janeiro teve um aumento de aproximadamente 30% no número de eventos. "Ganhamos grandes eventos com foco nacional e internacional. Para 2012 queremos crescer ainda mais e se firmar com eventos técnicos e científicos", afirma Márcia.

Grande parte dos stands também estão com novos materiais de divulgação. "Acredito que é muito importante essa renovação de material para a divulgação do estado. Podemos mostrar o que temos de melhor em várioas aspectos", conta Vera Lúcia Vianna, promoção nacional, Riotur.

Por: Ana Elisa Teixeira

Fonte: http://www.mercadoeeventos.com.br/site/Noticias/view/78831

Secretária de Esportes do Rio descarta Maracanã ser gerido por apenas um clube

Durante o evento de negócios do esporte, Soccerex, que se realiza no Hotel Sofitel, em Copacabana, a secretária de Esporte, Turismo e Lazer do Rio de Janeiro, Márcia Linas, falou sobre o processo licitatório do Maracanã e descartou a hipótese de o estádio, em obras para a Copa do Mundo de 2014, ser gerido por apenas um clube.

"O Maracanã é a casa de todos os times, da seleção brasileira, um templo. Não é a casa de um único time. É o segundo ponto de visitação do Rio e não pode ser restrito a um único time. O edital está pensado de ponto de vista da gestão profissional com todos os componentes, como de visitação turística, museu, operações, entretenimento e futebol".

Notícias vindas de bastidores davam conta que Flamengo e Fluminense estariam interessados em administrar o "Maior do Mundo". A "dirigente" informou, ainda, como será o modelo de gestão do "templo do futebol brasileiro".

"Estudos estão sendo feitos para avaliar os impactos financeiros e fazer a modelagem para ampliar ao máximo a capacidade do Maracanã de gerar receitas. O equipamento vai continuar público. O novo Maracanã será uma arena multiuso, para grandes eventos, mas não perderá a função de ícone e templo mundial do futebol. O Maracanã passará a ser um prédio inteligente, sustentável, com mais qualidade e conforto, com nova tecnologia de TV 3D e de TV digital".

Fechado desde o meio do ano passado, o Mário Filho tem previsão de estar aberto ao público somente no início de 2013.

Por Maximilian Pimenta Cabral
FUTNET

Fonte: http://www.futnet.com.br/futebol/noticias/?194548-secretaria-de-esportes-do-rio-descarta-maracana-ser-gerido-por-apenas-um-clube

Embratur incentivará turismo de aventura para deficientes

O Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) lançou nesta terça-feira o programa Turismo Sem Limites, em comemoração ao 2º Dia Nacional da Pessoa com Deficiência em Parques e Atrações Turísticas. O objetivo da Embratur é promover o turismo acessível e para isso trará, ao longo do ano de 2012, turistas com deficiência com um acompanhante dos diversos países que compõe o Mercosul. Inicialmente os turistas selecionados conhecerão os municípios de Socorro, interior de São Paulo, e a capital.

De acordo com o órgão, o município de Socorro foi escolhido por ser um destino referência na prática de turismo de aventura adaptado a pessoas com deficiência. A cidade oferece 15 modalidades esportivas completamente equipadas. Há, por exemplo, equipamentos para que, tanto paraplégicos quanto tetraplégicos, façam a cavalgada, passeio de charrete, quadriciclo, rafting, rapel e tirolesa.

Já a capital paulista possui um roteiro cultural com acessibilidade. O Turismo Sem Limites também estará focado nos Jogos Paraolímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, segundo declaração do presidente da Embratur, Flávio Dino. O programa está alinhado ao Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, lançado pela presidente Dilma Rousseff, no último dia 17.

Fonte: http://invertia.terra.com.br/terra-da-diversidade/noticias/0,,OI5494547-EI17840,00.html

Entrevista com deputado Otavio Leite sobre Galeão

Boa parte dos R$ 650 milhões de investimentos anunciados para o Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, no Rio de Janeiro, não foram utilizados, segundo números da União. Dados do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi) e da portaria 23/2011 do Ministério do Planejamento, obtidos pelo gabinete do deputado Otavio Leite (PSDB-RJ), mostram que, de 2008 até agosto deste ano, apenas 21% da dotação para compra de equipamentos e obras nos dois terminais de passageiros foram efetivamente usados.

Leia trechos da entrevista exclusiva do deputado Otavio Leite ao PANROTAS, a respeito das obras no Galeão.

Em relação ao investimento anunciado de R$ 650 milhões no Aeroporto Internacional do Rio, como está sendo a aplicação da verba?
Há muito anos o Galeão se ressente de uma reforma que o coloque como um aeroporto eficaz e com qualidade na prestação de seus serviços. Eu me recordo, especialmente em 2007, quando participei da CPI do Apagão Aéreo, que a bancada do Rio de Janeiro aprovou, como uma emenda prioritária, a destinação de recursos para a Infraero aplicar nas obras do Terminal 1 e 2 de passageiros, além de pátios e pistas, e também no terminal de carga. Estou falando exatamente de cinco anos atrás. De lá para cá, a rigor, as obras que vem sendo executadas são extramamente lentas e algumas questionáveis quanto à qualidade e oferta das soluções que se quer. O TPS 2, por exemplo, precisa ser duplicado. Desde 2007 que essa obra é perseguida, no entanto ela não se conclui. A distorção entre orçamento e realidade de demonstra a incapacidade administrativa da Infraero.

Acredita que a privatização é uma solução positiva para o Galeão?
Infelizmente, a Infraero deu demonstrações indiscutíveis da sua incapacidade de gestora. Para se ter uma ideia, nos últimos quatro anos houve uma rotatividade na presidência. Foram cinco os ex-presidentes. Não há empresa que consiga ter organicidade com tanta volatilidade na administração. Acho sim que o Brasil tem maturidade para implantar uma gestão não estatal, ou seja, uma concessão na administração aeroportuária. Por outro lado, no que diz respeito ao controle do espaço aéreo, tenho plena convicção de que deve permanecer sob controle da Aeronáutica.

Como avalia a atuação da Infraero no aeroporto?
Como disse, são sucessivas tentativas infrutíferas de fazer com que as obras deslanchem e sejam concluídas. É uma atuação, lamentavelmente, pífia. Certamente, há bons técnicos em engenharia na casa. No entanto, a condução é absolutamente precária.

Qual é o grande problema do Galeão atualmente?
São vários. A conclusão das obras e a própria gestão na operação do aeroporto. É inadmissível o Galeão ter filas. A fila, por exemplo, para embarque e check-in; mas em especial a fila para o raio-x é absurda e injustificável. O número de máquinas é insuficiente. Todas as manhãs, as pessoas ficam 20 ou 30 minutos, quando, no máximo, poderiam ficar dez minutos. Isso significa ausência de visão administrativa.

Fonte: http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/mercado/leia-entrevista-com-dep-otavio-leite-sobre-galeao_73521.html