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segunda-feira, 22 de junho de 2015

Brasil não sabe explorar o turismo, diz presidente da Accor

Há 21 anos no comando da rede de hotéis Accor no Brasil, o francês Roland de Bonadona vai deixar o posto no próximo dia 1º de julho. Ele passará a batuta para o colega Patrick Mendes, que há três anos dirige marcas da empresa na América do Sul.

Com 40 anos de experiência, Bonadona conhece de perto o mercado hoteleiro. Sob sua gestão, o número de unidades da Accor pulou de 22 para 260 na América Latina – 219 delas só no Brasil.

O executivo foi o responsável pelo lançamento das marcas econômicas da companhia por aqui, a família Ibis, segmento com a maior expansão dentro do grupo.

Em março, foi eleito presidente da Câmara de Comércio França-Brasil, projeto que assumirá pelos próximos dois anos.

A EXAME.com, Bonadona concedeu sua última entrevista como presidente da Accor. Ele falou sobre sua contribuição para a empresa, o legado (e os erros) da Copa para o país, o ambiente de negócios por aqui e sobre seus novos planos. Confira os melhores trechos:

EXAME.com – A Accor no Brasil estava há mais de 20 anos sob o seu comando. Como vocês construíram o processo de sucessão?

Roland de Bonadona – O processo de sucessão ocorreu nos últimos dois anos e foi muito bem estruturado. Meu sucessor (Patrick Mendes) está aqui no Brasil há três anos e já estava designado para assumir marcas da Accor na América do Sul. Ele conhece bem o país e o continente, conhece bem a empresa e os desafios de operar na região.

EXAME.com – Você participou da escolha?


Bonadona – O processo é muito bem elaborado junto com toda a empresa, comandado pelo RH, mas ele era o meu candidato, fui em quem o indiquei.

EXAME.com – Recentemente, a Accor anunciou que irá construir 26 novos hotéis na região da América Latina e Caribe até 2018, a maioria da bandeira Ibis. A empresa continuará investindo na expansão do segmento econômico?

Naturalmente, a gente vende mais diárias econômicas do que de luxo. A demanda cresce mais na base da base pirâmide. Temos hoje 219 hotéis em operação no Brasil, e outros 159 sendo desenvolvidos. Dentro dessa carteira de desenvolvimento, a maioria dos hotéis são econômicos, 29 da categoria midscale (intermediária) e apenas 2 de luxo.

Essa é a relação normal na hotelaria. Estamos presentes em 92 cidades do Brasil e temos hotéis cinco estrelas em somente meia dúzia delas, que são grandes metrópoles operacionais – como São Paulo, Rio de Janeiro, Guarulhos (por conta do aeroporto internacional), Florianópolis e Recife.

As diárias de luxo custam a partir de 500 reais e nem todo turista paga esse preço, geralmente acontece nas grandes cidades e estamos nos desenvolvendo muito nas pequenas.

EXAME.com – A crise econômica pode interferir nesse projeto de expansão?

Bonadona – Um hotel novo demora em torno de 4 anos e meio para ficar pronto, desde a assinatura do contrato com o investidor até a abertura para o público. A crise, com a dificuldade de acesso a recursos, pode atrasar a entrega dos empreendimentos (prevista para o fim do ano de 2018).

Mas não vamos deixar de construir, porque sabemos que a situação é temporária e o Brasil vai continuar a crescer quando ela passar. A nossa carteira de desenvolvimento garante a expansão do grupo nos próximos anos.

Nesse intervalo, porém, devem aparecer novas conversões de hotéis (processo em unidades de hoteleiros independentes passam a operar por marcas da Accor). Isso é mais rápido do que construir.

EXAME.com – Você já disse que gosta de visitar os hotéis que estão sob sua gestão para se aproximar do dia a dia deles. Como você tem feito isso ultimamente, com uma rede tão grande?

Bonadona – Quando cheguei aqui (em 1990) a Accor tinha 22 hotéis (na América Latina) e uma equipe pequena. Todo mundo se conhecia, havia uma relação de proximidade. Hoje ela tem 219 unidades no Brasil e abre a cada ano uma quantidade maior do que a que havia naquela época. Mas também tem uma operação mais estruturada, o que facilita.

Acho importante traçar uma visão estratégica do que precisamos almejar para daqui quatro ou cinco anos e, ao mesmo tempo, ter uma presença mais direta tanto nas equipes, para conhecer o clima dentro da empresa na prática, tanto junto aos donos dos hotéis, nossos parceiros e clientes.

EXAME.com – E como vocês criam essa proximidade?

Bonadona –Temos uma reunião chamada “Sinta-se em casa”. Uma vez por mês, grupos de colaboradores de outras cidades vêm para são Paulo para conhecer a sede e as outras marcas da companhia. A gente passa três horas juntos, é uma maneira de sentir um pouco a temperatura do terreno. Frequentemente eu também visito alguns hotéis e tenho contato com os investidores.

Além disso, a gente monitora não apenas os indicadores financeiros, mas a satisfação dos clientes. Fazemos isso não só através de questionários diretos após a estadia, mas por meio do que eles comentam nas redes sociais. E ainda verificamos se o nível de motivação dos funcionários está dentro dos padrões das melhores empresas para se trabalhar. Porque se eles se sentem bem, vão tratar bem o consumidor.

Esse monitoramento é fundamental porque garante o resultado financeiro de longo prazo.

EXAME.com – Que oportunidades a Copa do Mundo do Brasil, realizada no ano passado, e os Jogos Olímpicos, que ocorrerão no país no ano que vem, trouxeram para a Accor?

Bonadona – Quando há eventos desse porte, cria-se uma janela de desenvolvimento nos locais onde eles acontecem. Os requisitos para implantar hotéis, como a concessão de alvarás e as condições de construtibilidade, são flexibilizadas. Assim, (durante esses acontecimentos) o projeto hoteleiro se torna mais viável nessas cidades do que seria em outros momentos. Se você tem bom parceiros, consegue dar uma acelerada nos planos.

No Rio de Janeiro (que vai sediar as competições olímpicas no ano que vem) já abrimos novos hotéis e estamos construindo mais alguns. Das 26 unidades que teremos até o início dos jogos, praticamente 16 são resultado da Copa e das Olimpíadas.

EXAME.com – Vai ter demanda para tudo isso quando as Olimpíadas terminarem?

Bonadona – Quando se dimensiona um parque hoteleiro para esses eventos, acontece a mesma coisa que houve com os estádios de Cuiabá e Brasília, por exemplo. Ele fica deficitário (quando os jogos terminam). No caso dos hotéis, a gente sabe que, progressivamente, o crescimento da demanda ajuda, mas esse movimento pode ser acelerado com políticas de desenvolvimento ao turismo.

EXAME.com – Você já disse que o Brasil aproveitou mal as oportunidades durante a Copa. Qual a avaliação que você faz das Olimpíadas?

Bonadona – O turismo é um grande eixo de desenvolvimento econômico e social e o Brasil tem recursos naturais e culturais que estão entre os maiores do mundo. Um estudo feito todos os anos pela Organização Mundial do Turismo (OMT) sobre a competitividade do setor hoteleiro mostra que o Brasil está na 12ª posição no quesito cultura e recursos naturais, mas cai para a 76ª quando o assunto é ambiente de negócios e infraestrutura e para a 82ª quando se trata de políticas de regulamentação. O país tem o mais difícil, mas não sabe explorar.

Trazer a Copa e as Olimpíadas foi um bom trabalho do (ex-presidente) Lula e do (ex-prefeito do Rio) Eduardo Paes. Era uma chance enorme, esses eventos abrem uma janela mundial sobre o país, o mundo inteiro olhou para o Brasil na Copa e vai acontecer a mesma coisa ano que vem.

O país fez investimentos em estádios, infraestrutura e telecomunicação, que eram importantes, mas nenhum em promoção do turismo. Foi uma perda de oportunidade e está acontecendo algo parecido agora.

Deveríamos nesse momento promover e valorizar os destinos que os cerca de 1 bilhão de turistas mundiais ainda não conhecem aqui. Há muitos esforços para modernizar o Rio, construir hotéis, mas não se vê nada para incentivar as pessoas a conhecer outros lugares, cidades ao redor que possam ser visitadas depois dos jogos.

O desafio é como fazer isso. É preciso que uma uma autoridade do governo queira, como ocorreu na Alemanha e Reino Unido.

EXAME.com – Que legado você deixa para a Accor?

Bonadona – A Accor é um grande grupo global que tem uma expertise muito forte no desenvolvimento de conceitos hoteleiros – como Ibis e Novotel – na capacitação das pessoas, no monitoramento de ferramentas.

O ambiente de negócios brasileiro não é fácil, não é para principiantes, tem que ser enfrentado com conhecimento, com parceiros que são capazes de atuar nesse terreno. O que fazemos muito bem é usar os modelos Accor combinados com a energia e a receptividade dos brasileiros e a resiliência dos investidores locais, que sabem que a crise vai passar, que sabem trabalhar com os maiores juros reais do mundo e com a Justiça lenta.

Essa capacidade de juntar as forças locais é que fez nosso sucesso aqui.

EXAME.com – E quais são os seus projetos depois de deixar a Accor?

Bonadona – Fui eleito presidente da Câmara de Comércio França-Brasil (CCBF). Conjugar o que a França pode trazer com a expertise brasileira me interessa muito e vou estar ocupado com isso nos próximos dois anos.

Também pretendo continuar no setor de hospitalidade, não como executivo, porque já assumi a presidência da maior rede do país, mas com consultoria e investimentos. Oportunidades com certeza vão aparecer.

Me naturalizei brasileiro, amo as pessoas daqui, os parceiros. Vou ficar no Brasil para poder testemunhar as mudanças necessárias para se aproveitar o que esse país tem de bom.

Fonte:http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/brasil-nao-sabe-explorar-o-turismo-diz-presidente-da-accor

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Hilton Hotel & Resorts chega ao Rio com a inauguração do Hilton Barra Hotel

A Hilton Worldwide anuncia hoje a abertura do Hilton Barra Rio de Janeiro com 298 quartos – sua primeira unidade na crescente cidade do Rio de Janeiro. Com uma localização privilegiada na Avenida Abelardo Bueno, no coração da Barra da Tijuca, este novo hotel foi desenvolvido para ser a primeira escolha do público dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Para comemorar a abertura, o hotel receberá seus hóspedes com diárias especiais a partir de US$ 159* por noite e premia membros Hilton HHonors com 1.000 pontos HHonors® por noite no programa de fidelidade.


“Hilton Barra Rio de Janeiro é uma propriedade única, apresentando um conceito de design elegante e sustentável, que aponta para rica cultura desta cidade histórica e cosmopolita e eleva sua presença global neste destino fundamental na América Latina," disse Rob Palleschi, líder global das marcas full services da Hilton Worldwide. “Este projeto é um marco emblemático para a Hilton, enquanto continuamos a entrar em novos mercados na América Latina para mostrar a incomparável experiência de hospitalidade pela qual a Hilton é conhecida.”

Desenvolvido pela construtora Carvalho Hosken S/A, o Hilton Barra Rio de Janeiro apresenta uma identidade visual única, com design e arquitetura contemporâneos que valorizam o estilo e a cultura brasileiros, ao mesmo tempo em que contribuem para a redução do consumo de água e energia. Renomados arquitetos, designers de interiores e paisagistas desempenharam um papel fundamental na criação de um espaço onde os hóspedes são envolvidos pelo entorno, incluindo a entrada do hotel com um lobby de escala monumental, com 37 metros de altura, que, ao anoitecer, funciona como uma gigantesca luminária abrangendo todos os pavimentos do edifício. Importantes artistas locais participaram do projeto com suas criações e foi desenvolvido um elemento de identidade visual exclusiva, presente em todo o hotel. É uma forma vazada, que cria um equilíbrio entre a separação de espaços e permite fluidez nos ambientes. Um jardim ao ar livre rico em cores e texturas completa o design exclusivo.

Situado a apenas 30 minutos do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Galeão) e a 5 minutos do Aeroporto de Jacarepaguá, na Barra da Tijuca, o Hilton Barra Rio de Janeiro possui uma localização estratégica, com fácil acesso a escritórios corporativos, centros de convenções e shopping centers, além de áreas de entretenimento, incluindo HSBC Arena, Cidade do Rock e Citibank Hall. O hotel também está a apenas 5 minutos de distância do Parque Olímpico e a 15 minutos das melhores praias da Barra da Tijuca.

"A abertura do Hilton Barra Rio de Janeiro é uma ocasião importante para a Hilton Worldwide, pois marca a nossa entrada neste importante destino da América Latina", disse Tom Potter, vice-presidente sênior da Hilton WorldWide no Caribe, México e América Latina. "Este projeto, impulsionado pela inovação e tecnologia de ponta, é o resultado do trabalho e dedicação de muitos membros de nossa equipe e de parceiros, todos movidos pelo desejo de oferecer experiências de hospedagem excepcionais em uma das cidades mais felizes do mundo".

Estadia:

Ideal para viagens de negócios ou a lazer, o moderno Hilton Barra Rio de Janeiro dispõe de 298 quartos, incluindo andares com suítes e apartamentos executivos, todos equipados com camas confortáveis ​​e luxuosas, Smart TVs LED, rádio relógio com conexão sem fio Bluetooth, wi-fi, máquinas de café Nespresso com cápsulas de cortesia e exclusivos amenities da marca americana Malin+Goetz, que não são encontrados em nenhum outro hotel do Brasil. Os quartos também são equipados com sensores automatizados, que combinam o conforto do cliente com eficiência energética. Os hóspedes dos andares executivos podem desfrutar de benefícios extras como lounge executivo para reuniões com café da manhã, além de lanches leves e bebidas durante todo o dia com uma vista espetacular das lagoas da Barra. O Hilton Barra Rio de Janeiro é o único hotel na região que oferece este espaço e serviço exclusivos.

Reuniões:

Com uma excelente infraestrutura para eventos e hóspedes corporativos, o hotel Hilton Barra Rio de Janeiro possui cerca de 1.300 m² de espaço flexível para reuniões, incluindo 10 salas de reuniões e dois salões de festas, com capacidade total para até 950 convidados. Todas as salas dispõem de modernos equipamentos audiovisuais, paredes com isolamento acústico, internet sem fio e todas as comodidades e serviços necessários para o planejamento de um evento produtivo e com total tranquilidade, incluindo a opção ‘Meeting Simplified’ - um programa de eventos oferecido para pequenas reuniões. O ambiente é complementado pelo “Tech Lounge”, um espaço de trabalho que conta com as tecnologias mais modernas do mercado de forma integrada para garantir o máximo de eficiência.

Alimentação:

Hilton Barra Rio de Janeiro oferece uma experiência de refeição memorável, com um restaurante exclusivo para 140 convidados, onde o ambiente interno se conecta com a área externa do hotel. Os menus de café da manhã, almoço e jantar apresentam especialidades culinárias e pratos regionais. Na cobertura do hotel uma charmosa champanheria recebe os hóspedes para apreciar bebidas à beira da piscina, em um ambiente convidativo. A piscina ao ar livre e o fitness center com equipamentos de cardio e musculação completam as instalações.

O Hilton Barra Rio de Janeiro participa do programa Hilton HHonors®, o único programa de fidelidade de hóspedes que permite aos associados ganhar Pontos e Milhas® na mesma estadia e resgatar pontos para diárias gratuitas, sem restrição de datas, em suas propriedades em todo o mundo. Para comemorar a abertura do hotel, os membros podem ganhar 1.000 pontos HHonors® por noite durante a estada no Hilton Barra Rio de Janeiro. Esta oferta é válida para estadas até 1 de setembro de 2015.

Para mais informações e reservas, visite www.barrariodejaneiro.hilton.com ou ligue para + 55 21 3348 1000.


Hilton Barra Rio de Janeiro
Endereço: Avenida Abelardo Bueno, nº 1.430 – Centro Metropolitano - Barra da Tijuca.
Horário de funcionamento (Check-in: 15h/Check-out: 12h)
Reservas pelo site: www.barrariodejaneiro.hilton.com
Estacionamento: Possui Valet Parking
Aceita animais de pequeno porte
https://www.facebook.com/HiltonBarraRio

Fonte:www.inpresspni.com.br

domingo, 8 de março de 2015

Hotel Nacional, no Rio de Janeiro, começa a ser restaurado

O Hotel Nacional, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e que chegou a ser tido como o mais sofisticado do Rio, começou a ser restaurado, após 20 anos de abandono. A previsão é de que a torre redonda de 34 andares, em São Conrado, zona sul, esteja pronta a tempo para a Olimpíada, em agosto de 2016.

Inaugurado em 1972, o Nacional foi um dos mais importantes hotéis da capital - rivalizava com o Copacabana Palace na preferência de artistas. Ali eram realizados festivais como o Free Jazz e o de Cinema. Tombado pelo patrimônio municipal em 1998, a reforma manterá as características típicas da arquitetura de Niemeyer: vão livre do amplo lobby, sem pilares de sustentação; laje recortada; piscina arredondada; escadas e rampas curvas.

Os 520 quartos, "todos de frente", como anunciado à época, serão reduzidos a 468, conforme o projeto inicial de João Niemeyer, sobrinho de Oscar. "Hoje, os hotéis têm um número maior de suítes mais amplas e, por isso, o número foi reduzido. Os quartos, pelo próprio desenho do prédio, serão reconstruídos praticamente como os antigos", afirmou João, contratado pela HN Empreendimentos e Participações, formada pelos novos donos.

A maior alteração no projeto original será a construção de um prédio de dez andares e 30 mil metros quadrados sobre o antigo centro de convenções. "Essa etapa é um grande desafio e será uma excelente opção para as empresas se instalarem: é próximo da Barra da Tijuca e da zona sul, com a infraestrutura fornecida pelo hotel, com lojas e restaurantes, e muito próximo do São Conrado Fashion Mall. Pode ser ainda um apart-hotel. Vai depender do que o mercado pedir", afirmou João.

O professor Juarez Duayer, da Escola de Arquitetura da Universidade Federal Fluminense (UFF), critica. "O restauro é importante para a memória e a cultura arquitetônica do País. Mas é preciso preservar a perspectiva que Niemeyer teve do entorno, a percepção de como o exterior interagia com o prédio. É uma agressão. Não se trata de qualquer arquiteto."

João disse que o tio conheceu o projeto e o aprovou. "Gostava muito desse prédio e queria vê-lo reformado. Mas não teve tempo." O restauro prevê ainda a recuperação da escultura de sereia, de Alfredo Ceschiatti, e do mosaico de Athos Bulcão. Um imenso painel de Carybé, que havia sido retirado da parede e leiloado irregularmente, foi retomado judicialmente: as 268 placas de concreto, de 40 quilos cada, voltarão ao ponto original. O prédio hoje está sem encanamento, instalações elétricas, acabamento em gesso e piso. As placas de vidro da fachada serão trocadas por mais modernas, que filtram a luz e deixam passar menos calor.

Ainda não foi definida a bandeira hoteleira que administrará o hotel. A empresa será definida em dois meses. "Qualquer que seja a bandeira, haverá sinergia com o Royal Tulip (hotel ao lado, ex-Intercontinental). Hoje eles estão muito isolados. Com a reabertura do centro de convenções, dos restaurantes, do auditório, criaremos um polo turístico em São Conrado", afirmou José Marcos Araújo Silva, representante da HN.

Fonte:

quinta-feira, 5 de março de 2015

Presidente da Hiltonworldwide vem ao Rio para conhecer o novo Hilton Barra Rio de Janeiro

O Hotel Hilton Barra recebeu esta semana Joe Berger, o presidente da Hilton Worldwide para as Américas. Berger veio acompanhado por uma equipe de executivos de Recursos Humanos, Finanças, Vendas, Ecommerce e Operações da Hilton Worldwide. O Hotel Hilton Barra Rio de Janeiro está programado para abrir deste ano. Joe Berger e equipe vieram conhecer em primeira mão o mais recente lançamento na Barra da Tijuca. O grupo visitou o canteiro de obras e interagiu com os 80 funcionários da equipe já contratados.



Thaís Prudente
In Press Porter Novelli

Fonte:www.inpresspni.com.br

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Starwood põe à venda Sheraton Rio Hotel & Resorts


 
Vista do prédio do Sheraton Rio Hotel & Resorts, em São Conrado, zona sul da cidade (foto divulgação)
Vista do prédio do Sheraton Rio Hotel & Resorts, em São Conrado, zona sul da cidade (foto divulgação)
O Sheraton Rio Hotel & Resorts, em São Conrado (zona sul da cidade), foi colocado à venda pela Starwood Hotels & Resorts Worldwide, dos Estados Unidos. Quando concluída, assegura a empresa, será “a maior transação de ativo hoteleiro único na história do mercado imobiliário no Brasil”.

O Grupo de Hotéis & Hospitalidade da JLL tem o mandato de venda para conduzir a transação em nome da Starwood. O hotel continuará sendo operado pelo marca Sheraton, segundo um acordo de administração de longo prazo. O valor do imóvel não foi revelado. 

A negociação será comandada pelos executivos do grupo de Hotéis & Hospitalidade da JLL, Gregory Rumpel, Ricardo Mader, Roberta Onken e Carolina Lacerda. Nos últimos quatro anos, a JLL esteve à frente de aproximadamente 60 projetos de consultoria, avaliação e transações no Rio de Janeiro.

“Esta é uma ótima oportunidade para investidores que desejem adquirir um dos hotéis mais famosos do Brasil em um mercado com oferta limitada e demanda em franco crescimento, já que o status do Rio de Janeiro vem se fortalecendo globalmente pelo fato de a cidade sediar grandes e importantes eventos”, afirma Rumpel. “A receita por quarto disponível (revpar) já aumentou 20%, e a previsão é de que continue crescendo.”

O resort com 538 apartamentos tem saída direta para a praia. Recentemente, a propriedade passou por uma renovação completa de todos os quartos, todas as áreas comuns e do espaço para reuniões, além do restaurante e bar. A reforma ainda incluiu um novo restaurante, três salas de reunião e o primeiro Shine Spa na América do Sul.

“As amplas melhorias implementadas e as novas instalações agregaram ainda mais valor ao hotel, que já conta com um fluxo de caixa bastante positivo e sólido”, finaliza Lacerda.

Fonte:http://www.panhoteis.com.br/noticia-hotelaria-gastronomia-profisssional/mercado/starwood-poe-a-venda-sheraton-rio-hotel-resorts_101190.html#.U4zwYnJdWZs

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Cidades-sede terão 122 novos hotéis até 2015

As 12 cidades-sedes que irão receber jogos da Copa do Mundo estão, juntas, recebendo investimentos de R$ 7 bilhões na construção de novos hotéis. Ao todo são 122 novas propriedades que já estão sendo construídas (ou já ficaram prontas) somando 22,6 mil novas UHs.

Destes novos empreendimentos, 46% são hotéis econômicos, 46% são midscale e outros 10% de upscale. O raio-x foi passado por Diogo Canteras (foto), do Hotel Invest, assessoria especializada em investimento hoteleiro no Brasil, durante seminário realizado pela CNC no Rio de Janeiro.

Segundo o executivo, Belo Horizonte, Cuiabá, Brasília, Manaus e Recife estão aumentando seu parque hoteleiro acima de 30%. “Belo Horizonte está dobrando o número de hotéis e isso é preocupante porque pode já sofrer em 205 uma superoferta hoteleira. Já Cuiabá terá que ter uma demanda dobrada para que seus hotéis não fiquem ociosos”.

Fonte:http://www.panhoteis.com.br/noticia-hotelaria-gastronomia-profisssional/mercado/cidades-sede-terao-122-novos-hoteis-ate-2015_100902.html#.U4P1Q3JdWSo

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Copa 2014: Rede hoteleira já comercializou mais de 300 mil diárias

O Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) anunciou, nessa terça-feira (20), no Rio de Janeiro, que os hotéis do País comercializaram mais de 300 mil diárias para o período da Copa. O número corresponde a 55% do total dos quartos disponíveis durante os 30 dias do Mundial e vésperas.

O Rio é a cidade com maior taxa de ocupação: 88%. Na sequência, aparecem empatadas Recife e Natal, com 84% das acomodações reservadas para o megaevento. A amostra reúne dados de mais de 280 hotéis e 48 mil unidades habitacionais em todas as capitais onde ocorrerão partidas do Mundial.

“As expectativas e os resultados que tivemos são iguais aos da Copa da Alemanha, em 2006. A Copa é um evento difícil de planejar. Ninguém sabe os 32 participantes até pouco mais de seis meses antes do evento e todas as seleções entram por méritos futebolísticos e não comerciais. Então ficamos satisfeitos com o resultado”, afirma Enrique Byrom, chefe executivo da Match AG, empresa escolhida pela Fifa para prover serviços de acomodação, ingressos e TI para a Copa do Mundo.

O presidente da FOHB imagina que a taxa de ocupação dos hotéis ainda cresça até a Copa do Mundo. “Acredito que teremos um aumento de pelo menos 10 pontos percentuais”, estima Roberto Rotter.

O jogo com maior taxa de ocupação dos hotéis é Japão x Colômbia, no dia 24 de junho, em Cuiabá (99%). Na sequência vem Brasil x México, no dia 17 de junho, em Fortaleza. Hoje em dia, já está praticamente impossível encontrar apartamentos disponíveis no Rio de Janeiro para a final da Copa do Mundo, no dia 13 de julho: 94% já estão ocupados.

Estrutura paulista

São Paulo é a cidade que mais comercializou diárias de hotel para o período da Copa do Mundo: 78 mil. Mas, pelo grande tamanho da sua rede hoteleira (42 mil apartamentos), também é a sede com menor taxa de ocupação: 31%.

“São Paulo deve ter uma ocupação menor do que tradicionalmente tem nos meses de junho e julho. Deve chegar a mais ou menos 60%. Mas isso já era esperado porque hoje é a cidade que mais recebe convenções e eventos. Neste período, a cidade vai trocar estes clientes por torcedores do Mundial”, explica Rotter.

Os hotéis do Rio de Janeiro, que dispõem de 22 mil leitos, comercializaram 65 mil diárias, enquanto os de Belo Horizonte já venderam 32 mil. Cuiabá, que tem pequena infraestrutura hoteleira, comercializou 3,9 mil diárias para as quatro partidas que vai receber no Mundial.

“A Copa do Mundo é uma oportunidade muito boa para o turismo do Brasil. Mais de 1 bilhão de pessoas estarão olhando para o País durante o evento. Isso é uma propaganda muito positiva e certamente vai nos trazer muitos benefícios nos próximos anos”, diz Rotter. “Temos muito a mostrar e condições de receber os turistas muito bem. Rio de Janeiro e Salvador já recebem um número de turistas semelhantes ao de Copa uma vez por ano no carnaval e não vai haver problemas.”

Fonte: http://www.brasil.gov.br/turismo/2014/05/rede-hoteleira-ja-comercializou-mais-de-300-mil-diarias

http://www.copa2014.gov.br/

Sheraton Rio obtém R$ 44,8 milhões de financiamento do BNDES para modernização

O BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico aprovou um financiamento no valor de R$ 44,8 milhões à Cia. Palmares de Hotéis e Turismo para modernização das instalações, do mobiliário e dos equipamentos do Sheraton Rio Hotel & Resort, no Leblon, Zona Sul do Rio de Janeiro. A operação é indireta — os recursos serão repassados pelo Banco Itaú Unibanco S.A — e acontece no âmbito da linha FINEM/Apoio a Comércio e Serviços.

Os investimentos serão feitos em duas etapas. A primeira fase compreende a contratação e execução dos estudos e projetos, a reforma dos 542 quartos, incluindo a modernização das instalações elétrica e hidráulica, da fachada e das áreas comuns internas, a reformulação do sistema de ar condicionado e a instalação de detectores de movimento nos corredores, para que a iluminação só seja acionada quando houver necessidade.

A segunda etapa prevê a construção de espaço com restaurante e salão de eventos exclusivo para determinados clientes do programa de fidelidade do grupo, reformulação do lobby, reforma e modernização do centro de convenções, reconstrução da sala de ginástica, construção de mais um restaurante e um novo bar, reposicionamento da piscina infantil, reforma da piscina de adultos e renovação das calçadas.

O projeto traz ganhos ambientais, como a redução do consumo de energia elétrica, com o uso de iluminação a LED, economizadores de eletricidade, menor uso do ar condicionado em razão do escurecimento dos vidros dos quartos e áreas sociais e equipamentos mais eficientes na cozinha, e a racionalização do consumo de água, com aproveitamento da água da chuva para uso em áreas externas e uso de lava-louças mais eficientes.

Fonte:http://www.revistahoteis.com.br/materias/1-Aconteceu/15776-Sheraton-Rio-obtem-R-44-8-milhoes-de-financiamento-do-BNDES-para-modernizacao

terça-feira, 13 de maio de 2014

Clima de otimismo na hotelaria do Rio de Janeiro

O setor hoteleiro chega à Copa tendo o que comemorar e fôlego renovado para depois do evento. A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH) estima que 68 mil novos quartos de hotéis foram inaugurados na cidade desde 2009, gerando 27,2 mil empregos diretos e indiretos. E a expansão do setor ainda não terminou: mais 5 mil quartos devem ficar prontos até os Jogos Olímpicos de 2016. A previsão é de chegar a 41 mil em 2016 (um aumento de 41,3%). Para a construção dos empreendimentos, o setor contou com incentivos fiscais. Em nível nacional, o BNDES lançou o Pró-Copa, uma linha de crédito para novos projetos hoteleiros.
Dos 18 empreendimentos aprovados em todo o Brasil, nove eram de projetos no Rio. Já a prefeitura aprovou na Câmara dos Vereadores o “Pacote Olímpico”. Foram concedidos incentivos fiscais com reduções ou isenção de tributos municipais para empreendimentos que fossem construídos ou ampliados até dezembro de 2015. O objetivo principal era atender à demanda das Olimpíadas. Mas hotéis que conseguiram ficar prontos para a Copa também foram beneficiados nesse processo. O investimento no setor, porém, ainda é maior do que mostram as estatísticas.
Nos números da ABIH não são incluídas reformas de estabelecimentos mais antigos e que deixaram de funcionar como motéis ou reduziram a oferta de quartos de alta rotatividade. Também não estão no pacote novos serviços do tipo “cama e café” e albergues. Na cidade do Rio de Janeiro o clima no setor é de otimismo.  A estimativa é de que a taxa de ocupação dos hotéis chegue a 87% durante a Copa. Em relação às datas finais da competição, 93% dos quartos já estão reservados para os dias 12 e 13 de julho.
Fonte:http://savioneves.com/clima-de-otimismo-na-hotelaria-do-rio-de-janeiro/

terça-feira, 29 de abril de 2014

Hotéis caem na real com Copa (e abaixam preços)

Por Marina Pinhoni

Em São Paulo, taxa de ocupação é baixa. No Rio, valor das diárias cai quanto mais se aproximam os jogos. Para setor hoteleiro, Mundial não será maravilha prometida


São Paulo – O torcedor que, em janeiro, planejou sua viagem para o Rio de Janeiro para assistir à final da Copa do Mundo 2014 muito provavelmente se assustou com a média de preços para a hospedagem em hotéis da cidade: R$ 1.441.
No entanto, agora no mês de abril, com o megaevento já batendo à porta, o setor parece ter tomado um banho de água fria e já começa a reavaliar sua estratégia com promoções e diminuição significante dos preços.
A média de valor para hospedagem para a mesma partida citada acima, por exemplo, caiu 43%, para R$ 816, segundo levantamento feito pelo Trivago, site que compara preços de hotéis no mundo inteiro.
A queda não é exclusividade da capital carioca.
Os preços de hospedagem para a abertura do Mundial, que acontecerá no dia 12 de junho em São Paulo, variaram de R$ 775 em janeiro para R$ 621 em abril.
“Houve um claro erro de cálculo. Em São Paulo, é certeza que os hotéis terão uma ocupação baixa, aquém das expectativas”, afirma José Ernesto Marino Neto, presidente da BSH International, empresa de consultoria do setor hoteleiro.
Quartos vazios
Com pouco mais de quarenta dias para o início da Copa, 40% dos quartos dos hotéis do país ainda estão disponíveis durante o período do evento, que vai de 12 de junho a 13 de julho.
O levantamento é do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), que utiliza dados de sua rede credenciada, que corresponde a 71% dos quartos das grandes redes nacionais e internacionais que operam no país. (Veja a pesquisa completa no final da matéria)
Em relação especificamente a cada cidade-sede, o valor mais discrepante é o de São Paulo, que ainda tem 64% dos quartos desocupados. Apenas 24% das vagas já foram vendidas e 12% fazem parte da cota bloqueada pela Fifa.
Segundo a assessoria da FOHB, o fenômeno pode ser explicado, em parte, porque a cidade possui o maior parque hoteleiro do país, com cerca de 43 mil quartos.
Esse total seria suficiente para abrigar mais de um grande evento ao mesmo tempo, sem que a lotação máxima seja atingida.
Além disso, para a entidade, já era esperado que o turismo de lazer motivado pela Copa não seria capaz de compensar o turismo de negócios, parcialmente suspenso ou adiado pelas empresas.
De quem é a culpa?
É fato que a grande maioria do público que comparecerá às partidas é formada pelos próprios brasileiros, o que diminui a necessidade de hospedagem, uma vez que viagens de ida e volta podem ser realizadas no mesmo dia.
Apesar desses argumentos, o presidente da BSH discorda completamente que o “fracasso” de ocupação fosse esperado pelo setor hoteleiro. De acordo com ele, a taxa normal de ocupação (sem Copa) em São Paulo nos meses de junho e julho supera os 70%.
“Superestimou-se muito a demanda. O governo cometeu um erro grave e fez com que todo mundo no Brasil acreditasse Copa ia lotar o país inteiro, de ponta a ponta”, afirma Marino Neto.
Na avaliação dele, a Embratur não cumpriu com o papel de divulgação da imagem do país no exterior.
“Os maiores mercados do mundo estão a mais de 10 horas de voo distantes do Brasil. O evento por si só não é capaz de motivar os turistas a enfrentarem essa distância”.
“Ao contrário da África do Sul, não fizermos o dever de casa. Não vamos alcançar todo o potencial que a Copa poderia trazer, pois o Brasil não foi apresentado da maneira como deveria ter sido, com todas as suas atrações para os turistas”, disse.
Marino Neto acredita ainda que a onda de manifestações e a preocupação com a segurança pública pode ter contribuído para afastar os estrangeiros, que tiveram intensificada a visão do Brasil como um país violento, devido aos recentes confrontos entre polícia e população.
Quem sai ganhando
No entanto, o cenário pessimista não chega a atingir todas as cidades que sediarão os jogos.
Para Marino Neto, apesar de ser quase certeza que Rio e São Paulo sairão perdendo, ainda há esperança para cidades com menor potencial turístico e parque hoteleiro que as duas grandes capitais.
No bolão do especialista, Natal sairá ganhando com o preço médio de hospedagem de R$ 487. Já Curitiba empata, com a média de preço de R$ 496.
Fonte:http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/hoteis-caem-na-real-com-copa-e-precos-baixam

Tarifa em albergue sobe 757% na Copa

Considerados uma opção mais barata que os hotéis da cidade, onde a diária durante a Copa do Mundo ultrapassa R$ 800, os albergues também inflacionaram os preços para o mundial. Os valores estarão até 757% mais altos durante o período, quando comparados aos preços dos dias fora do grande evento.
No Rio Forest, em Santa Teresa, uma diária fora da alta temporada para ficar em um quarto com nove camas custa R$ 35, mas custa R$ 300 por dia na fase final da Copa. No Manga Hostel, na Lapa, o valor para um quarto coletivo com 23 camas salta de R$ 38 em maio para R$ 170 em julho.
Com a vantagem da localização, ao lado do Marcanã, o Maraca Hostel cobra R$ 210 por dia pelo quarto com três camas. Segundo o jornal "Extra", nos dias de jogos da Copa no estádio, o preço é 471,4% maior: R$ 1.200.
Taxa de ocupação de 90%
A alta demanda é apontada como motivo para a alta nos preços. Os hotéis da cidade já estão lotados e até mesmo nos albergues as taxas de ocupação já chegam a 90%.
Segundo Leonardo Barroso, presidente da Associação de Cama e Café e Albergues do Rio, os preços têm base nos praticados no Revéillon e no Carnaval.
Fonte:http://www.destakjornal.com.br/noticias/rio/tarifa-em-albergue-sobe-757-na-copa-230917/

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Setor de turismo amplia oferta de empregos mas enfrenta falta de qualificação

GUSTAVO COLTRI
Dados preliminares da Pesquisa Anual da Conjuntura Econômica do Turismo, realizada pelo Ministério do Turismo em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), mostram que segmentos dessa atividade – que já emprega abundantemente mão de obra – vão expandir ainda mais o seu pessoal em 2014.
Foram ouvidos pelo levantamento 80 executivos das maiores empresas ligadas ao Turismo nacional e que, no ano passado, faturaram juntas R$ 62,7 bilhões e empregaram 116 mil pessoas. De acordo com os entrevistados, o segmento de organização de eventos ampliará em 13,5% o número de empregados. O turismo receptivo, por sua vez, terá crescimento de 7,9% no ano, e o segmento de meios de hospedagem, 5,0%.
Outro estudo recente com dados coletados em 184 países, a Pesquisa 2014 de Impacto Econômico do Turismo, feito pelo World Travel & Tourism Council (WTTC), indica que o Brasil foi a quinta maior nação em geração de empregos no ano passado. Foram verificados 3,049 milhões de postos de trabalho no período, que representaram 3,0% do total de vagas preenchidas na nossa economia.
Considerando os empregos indiretos gerados pela atividade, o Turismo nacional contou com a atuação de 8,499 milhões de trabalhadores em 2013, de acordo com o WTTC. O número é equivalente a 8,4% da mão de obra em atuação no Brasil.
Formação. Se sobram oportunidades para o mercado de trabalho na área, falta qualificação para os brasileiros. Materializada de acordo com a característica de cada segmento, essa é uma reclamação comum entre as empresas do setor. O problema também fica evidente no Relatório 2013 de Competitividade em Viagem e Turismo divulgado em março pelo Fórum Econômico Mundial. No item Oferta de Mão de Obra Qualificada, o Brasil ocupa a 96ª posição entre 140 posições possíveis.
A hoje proprietária de uma pequena agência eventos Michele Silva de Siqueira da Silva, graduada em turismo em 2008, diz que um grande número de profissionais envolvidos com a organização de eventos no País adquiriu conhecimentos fora da academia, na prática. “E, na média, o atendimento diferenciado ainda não é bom.”
Atuando desde 1996 na montagem de estandes e na organização de congressos, ela buscou o curso universitário para ganhar uma visão mais ampla do mercado. A estrutura do negócio é enxuta – a empresa conta apenas com a colaboração de uma irmã –, por isso a empresária tem especial atenção na seleção de fornecedores. “A escolha dos parceiros é muito importante. Tenho a vantagem de ter conhecido muita gente nesses anos ”, confessa.
Nos hotéis, a maior falta é de profissionais nas áreas operacionais, de acordo com o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Hotéis do Estado de São Paulo (ABIH-SP), Bruno Omori. “Sempre há procura para cargos como os de garçom, arrumadeira, e não há formação – em geral as pessoas têm, no máximo, um cursinho básico. Quem já tem experiência não fica sem trabalho, se quiser”, diz.
Faltam aos trabalhadores, segundo ele, desde expertise técnica para a execução das tarefas até conhecimentos relativos a posturas profissionais e comportamentos. O problema seria agravado pela alta rotatividade da mão de obra, motivada pelos baixos salários pagos para cargos mais básicos. “A partir de um segundo nível, em cargos como o de assistente de governanta e de reservas, é mais tranquilo encontrar mão de obra. A grande maioria das recepcionistas, por exemplo, tem mais de um a língua e graduação.”
Para o gerente administrativo do hotel de luxo Unique, José Roberto Martins Salles, as universidades fornecem ao mercado profissionais de qualidade, mas ainda em pequena quantidade. “A demanda poderia ser maior se houvesse incentivos para que todos pudessem  ter acesso a educação e formação.”
Em algumas áreas operacionais, o Unique opta por profissionais sem experiência, mas com potencial de aprendizagem.Todos os contratados, segundo Salles, passam, em média, um mês em treinamento para apreenderem procedimentos internos e conhecerem a rotina dos departamentos. “Temos também  seis treinamentos internos  sobre conduta de higiene nos processos de manipulações de alimentos.” A demanda maior atualmente no hotel de luxo é por arrumadeiras e assistentes de garçom.
Os grandes operadores – minoria no mercado hoteleiro nacional – em regra oferecem treinamentos para garantir padronização e qualidade aos colaboradores. Entidades como a ABIH-SP, por outro lado, realizam trabalhos para qualificar a mão de obra dos pequenos estabelecimentos de hospedagem.
Mais alto. Além do conhecimento de idiomas e da formação gerencial, o crescimento profissional na indústria hoteleira depende do amplo conhecimento da operação do negócio. Para especialistas, a área da recepção é uma das portas de entrada para egressos das universidades. Outro caminho é o dos programas de trainee.
A operadora hoteleira Accor, por exemplo, tem um programa para jovens talentos, além de uma universidade corporativa com foco em competências técnicas, comportamentais e de gestão. “Cinquenta e cinco por cento dos nossos gerentes da família Ibis e 65% dos nossos subgerentes vieram do nosso programa de trainee”, conta a gerente de RH na diretoria de operações Polo Econômico América Latina da Accor, Jacinta Maria Gomes Pereira.
Para participar do programa da multinacional, o interessado tem de, antes, comprovar experiência: “Um recepcionista leva um ano para dominar o setor. Depois disso, pode participar do programa de trainee, que tem mais um ano, Aí, ele está apto a se candidatar a assistente de gerente”, afirma.
No segmento hoteleiro, a qualificação pode levar os profissionais ainda para mais longe. A jovem Amanda Gonçalves, de 25 anos, está no último semestre da graduação em hotelaria na Universidade Anhembi Morumbi e acaba de ser aceita em um programa de trainee de uma rede de hospedagem internacional: no próximo dia 5 de junho ela se mudará para Washington, nos Estados Unidos.
Amanda tem conhecimentos de inglês e espanhol, além de ter frequentado três semanas no Glion Institute of Higher Education, na Suíça. “Vou passar por várias áreas do hotel. Quando concluir o programa de trainee, eu já vou estar apta a trabalhar em hotéis da rede.”
Fonte:http://blogs.estadao.com.br/radar-do-emprego/setor-de-turismo-amplia-ofertas-de-emprego-mas-entrenta-falta-de-qualificacao/

quarta-feira, 16 de abril de 2014

SUSTENTABILIDADE É UM DOS DESTAQUES DO PROJETO DO TRUMP NO RJ

Anunciado no início deste ano, o Trump Hotel Rio de Janeiro será o primeiro da companhia hoteleira na América do Sul, com previsão de inauguração para dezembro de 2015. Com um investimento de R$ 300 milhões, o empreendimento tem como um de seus destaques seu projeto paisagístico com elementos sustentáveis, criado pelo escritório americano Witkin Hults Design Group, liderado pelo arquiteto Andy Witkin.
Projeção artística do Trump Hotel Rio de Janeiro (imagem: divulgação/FSB Comunicações)
Projeção artística do Trump Hotel Rio de Janeiro
(imagem: divulgação/FSB Comunicações)
Responsável por toda a área exterior do hotel e pela piscina, Witkin detalha alguns pontos do projeto. “Nos jardins externos, trabalharemos com o mais moderno sistema de irrigação, totalmente automatizado e que se comunica com o nível de umidade externo, sendo acionado apenas em caso de necessidade. Quando chove, por exemplo, ele não é acionado. Esse sistema permitirá que seja utilizado apenas 10% do consumo de um sistema de irrigação convencional”, explica.
“Outro destaque será o sistema de gerenciamento de energia, também totalmente automatizado. Toda a iluminação será LED, com lâmpadas mais eficientes e econômicas. Iremos escolher o melhor para cada sistema e importaremos muitos componentes que não são comercializados no Brasil”, conta, ressaltando que “sustentabilidade vai caminhar de mãos dadas com a tecnologia”.
Witkin ainda descreve a piscina, com borda infinita e de vidro, feita para que o hóspede sinta-se dentro do mar. “Não há nada parecido no Brasil em termos de design e aí entra a importância do conceito lifestyle: ele permite que ousemos mais”, justifica ele.
Fonte:http://hoteliernews.com.br/2014/04/sustentabilidade-e-um-dos-destaques-projeto-trump-rj/?utm_source=PmwebCRM-HotelierNews&utm_medium=17%20Abril

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Four Seasons acerta detalhes para administrar Hotel Glória

Agência O Globo


O Rio de Janeiro está prestes a ganhar o primeiro hotel da rede canadense Four Seasons, uma das maiores bandeiras de luxo do mundo. De acordo com fontes envolvidas nas negociações, a companhia acerta os detalhes finais para a assinatura do contrato com o fundo suíço Acron, que comprou o Hotel Glória do empresário Eike Batista no início de fevereiro. De acordo com fontes, executivos da Acron e da Four Seasons se reuniram ontem com o prefeito Eduardo Paes para falar sobre a operação, que deve ser anunciada nos próximos dias.

Outra fonte também confirmou o estágio avançado das negociações entre a rede canadense e o fundo suíço. Famosa por administrar hotéis cinco estrelas mundo afora, a Four Seasons na América Latina tem operações apenas na Argentina, no Uruguai e na Costa Rica. Atualmente, a empresa está construindo uma unidade em São Paulo e outra em Pernambuco, com previsão de entrega em 2016.

A Acron já havia informado, no início de fevereiro, que estava negociando com cinco empresas para administrar o empreendimento no Rio.

“Há dez dias, o acordo já estava próximo de fechar. Faltam apenas alguns detalhes finais para a assinatura do contrato”, disse essa mesma fonte.

Fundado em 1929, o Hotel Glória foi adquirido em 2008 pela REX, braço imobiliário da holding EBX, de Eike. Desde então, um dos mais tradicionais hotéis do Rio está fechado. Inicialmente, a previsão inicial de inauguração era 2011. Depois, com os inúmeros problemas financeiros envolvendo a holding EBX e as mudanças no projeto da obra do hotel, a inauguração foi postergada para 2016, ou seja, ele não ficaria pronto para a Copa do Mundo. Atualmente, segundo o Portal Transparência da Copa, apenas 26% das obras físicas do hotel estão concluídas.

Ao anunciar a compra do imóvel, o fundo suíço disse que que a inauguração deve ocorrer entre o fim do próximo do ano e o início de 2016, antes, portanto, dos Jogos Olímpicos do Rio. Segundo comunicado divulgado pela Acron na época da aquisição, o Hotel Glória, depois das reformas, terá 352 quartos, além de teatro, lojas, restaurantes e piscina com vista para o Pão de Açúcar.

Procurada, a Four Seasons disse que não iria se pronunciar. A prefeitura não quis comentar o encontro com executivos das duas companhias. O hotel tem hoje financiamento contratado com o BNDES de R$ 190,6 milhões, dos quais foram liberados R$ 50 milhões. O crédito foi aprovado dentro do programa Procopa Turismo, lançado em 2010, que previa fomentar empreendimentos voltados para o turismo.

No ano passado, a Four Seasons havia anunciado a construção de dois hotéis no Brasil. Para a unidade de São Paulo, o investimento é de cerca de R$ 400 milhões. O projeto inicial prevê 240 quartos. A outra unidade será um resort em Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco. Com 160 quartos, estão previstos investimentos de R$ 250 milhões.

Fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/economia/2014/04/11/internas_economia,498744/four-seasons-acerta-detalhes-para-administrar-hotel-gloria-no-rio-de-janeiro.shtml

quinta-feira, 10 de abril de 2014

SANTA TERESA INICIA EM MAIO AS REFORMAS DA NOVA UNIDADE NO RIO

A partir do mês que vem será iniciada uma ampla reforma no antigo Hotel Bela Vista, instalado no Rio de Janeiro, que foi escolhido para abrigar a segunda unidade do Hotel Santa Teresa. Também situado no bairro de Santa Teresa, no centro da capital fluminense, o novo meio de hospedagem terá foco no público corporativo.
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Instalações do Hotel Santa Teresa, situado na região central do Rio de Janeiro
(foto: divulgação/Hotel Santa Teresa)
“A diferença nas propostas faz com que não haja concorrência entre os dois empreendimentos. O Santa Teresa é uma hospedagem butique já consolidada no segmento de luxo. Já o novo hotel será um quatro estrelas top, voltado para executivos e empresários”, explica Mônica Paixão, diretora-geral do meio de hospedagem.
A gestora preferiu não citar valores investidos no projeto pois o processo de adaptação da estrutura envolve diversas etapas que variam conforme a evolução das obras. O que é certo, até o momento, é que a unidade irá dispor de 60 apartamentos.
Outra certeza da empresa é o aproveitamento a equipe de gestores que já atua no Hotel Santa Teresa nesta nova unidade. Segundo Mônica, a estrutura operacional deverá ser mantida mas com a inclusão de alguns novos colaboradores.
O prazo de inauguração do empreendimento é para o período das Olimpíadas, em agosto de 2016.
Fonte:http://hoteliernews.com.br/2014/04/santa-teresa-inicia-em-maio-reformas-da-nova-unidade-rio/?utm_source=PmwebCRM-HotelierNews&utm_medium=11%20Abril

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Associados Fohb investem R$ 7 bilhões até 2015

A realização da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos no Brasil, respectivamente em junho e julho deste ano e em 2016, alavancou a oferta de apartamentos da rede hoteleira no País. Uma das consequências para o setor é o investimento nas 12 cidades-sede de R$ 7 bilhões que os empreendimentos associados ao Fohb farão até o próximo ano, segundo o estudo Panorama da Hotelaria no País, que começa em 2009 e mostra a perspectiva até 2016. Apesar de o Brasil ter sido anunciado pela Fifa como sede da Copa em 2007, os impactos no setor começaram a ser observados dois anos depois.

As 25 redes que compõem o Fohb representam 18% das unidades hoteleiras disponíveis no Brasil. São 63 mil apartamentos em 331 hotéis associados. Todos os dados são ligados às 12 cidades que receberão os dois eventos. De acordo com o presidente do Fohb, Roberto Rotter, o levantamento dos números é importante para que o setor seja visto de maneira clara.

HOTELARIA GERAL
A entidade prevê, com base nos números dos últimos anos e também nos empreendimentos em construção ou ampliação na hotelaria como um todo – incluindo hotéis independentes –, que o crescimento na oferta de unidades habitacionais será de 21% entre 2009 e 2016. Outros dados apontam que as maiores variações estão entre 2013 e 2014, com alta de 6%, ao passo que, entre 2014 e 2015, a alta será de 4,7%.

A oferta de empregos no mesmo período (2009-2016) terá alta de 28%, sendo que as maiores variações foram entre 2011 e 2012 (+8%) e será entre 2013 e 2014 (+6%). Este ano, o setor empregará 200 mil pessoas e a expectativa é que, até 2016, o número chegue a, aproximadamente, 210 mil.

Fonte:

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Hotéis caros e altas temperaturas espantam turistas

Jornal do Brasil
Camila Funare*

Ao que tudo indica o calor e os preços exorbitantes não estão sendo criticados apenas pelos moradores da "cidade maravilhosa". Os turistas também têm pensado duas vezes antes de passar as férias no Rio.

Segundo o presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Alexandre Sampaio, o índice de ocupação da alta temporada no Rio de Janeiro, que vai de dezembro de 2013 a março de 2014, não conseguiu atingir a meta prevista. Na temporada anterior, de 2012 para 2013, o turismo atingiu 82% da ocupação disponível, índice que caiu para 79% neste ano. Para o presidente da ABIH a porcentagem é aceitável, mas especula-se que alguns fatores sociais, econômicos e até mesmo climáticos tenham contribuído para essa queda no turismo carioca.

“Acredito que os altos preços na hotelaria, as notícias de violência envolvendo manifestações, a possibilidade de um ajuste cambial e o calor excessivo tenham contribuído para a queda do turismo no Rio. Os turistas brasileiros, que representam 60% do total de visitantes, têm optado pelo Nordeste, onde o clima está mais ameno. Já os próprios cariocas, têm subido para a região serrana, a fim de fugir do calor", explicou Alexandre Sampaio.

Já os turistas estrangeiros, de acordo com o presidente da ABIH, têm planejado férias maiseconômicas, uma vez que o perfil desse visitante é de 19 a 32 anos e de escolaridade de média a superior. "Esse turista estrangeiro gasta em torno de US$ 120 por dia com transporte, alimentação, lazer e compras. Eles procuram economizar nas acomodações, substituindo os hotéis por albergues, para gastar com gastronomia e lazer, frequentando bares e restaurantes", disse.

"Esse tipo de turista é interessante para o país, porque eles propagam a imagem da cidade na web. Eles são formadores de opinião, então costumam postar relatos da sua estadia no Rio em redes sociais, o que acaba nos favorecendo", acrescentou Sampaio.

Ainda segundo o consultor, o setor gastronômico tem atingido recordes de consumo devido ao horário de verão, que propicia lugares de lazer. Para Alexandre Sampaio, a atividade econômica neste setor terá um movimento médio de 10% a mais do que na temporada anterior.

Sobre o carnaval, que de acordo com o presidente da ABIH é um período atípico, o turismo não deve ser prejudicado. "Não temos muitos concorrentes aqui no Brasil. O único que pode concorrer com o carnaval carioca é Salvador, mas devido a uma forte onda de violência especificamente nas áreas turísticas, creio que não seja uma ameaça", afirmou Sampaio.

Do outro lado da gangorra, a Empresa de Turismo do Município do Rio (RIOTUR) fez uma estimativa positiva para o verão carioca. Nela, a “cidade maravilhosa” receberia 3.256 milhões de pessoas na alta temporada, pelos quais seriam arrecadados US$ 2.605 bilhões. Índice maior do que o registrado em 2013, que recebeu 3.192 visitantes com uma renda de US# 2,363 bilhões.

Ainda segundo a nota da Secretaria Municipal de Turismo, no ano novo, por exemplo, a estimativa foi de que 767 mil pessoas tenham optado pelo Rio, gerando uma renda de US$ 614 milhões. Proporção muito além dos números relativos ao período anterior, que recebeu 752 mil pessoas, das quais houve uma arrecadação de US$ 557 milhões.

Para o carnaval, a expectativa do órgão é que 918 mil foliões venham assistir os espetáculos na Marquês de Sapucaí e circulem pelos blocos de rua. Com isso, a economia da cidade contará com a entrada de US$ 734 milhões, enquanto em 2013 os números foram de 900 mil foliões e US$ 665 milhões.

* Do projeto de estágio do Jornal do Brasil

Fonte:http://www.jb.com.br/rio/noticias/2014/02/11/hoteis-caros-e-altas-temperaturas-espantam-turistas/

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

PRIMEIRO SOFT INN PLUS DO RIO DE JANEIRO ABRE EM 2016

O BHG (Brazil Hospitality Group) anunciou a chegada de sua marca econômica Soft Inn Plus no Rio de Janeiro, com um novo hotel no centro da cidade. O Memorando de Entendimentos foi assinado com a STX Desenvolvimento Imobiliário S.A. para administração do empreendimento, que tem previsão de abertura para 2016.

O projeto do Soft Inn Plus Rio Business prevê 151 apartamentos, salas de reunião e restaurante. A unidade será instalada próxima a pontos turísticos cariocas como os Arcos da Lapa, a Catedral do Rio de Janeiro, o Sambódromo, bem como ao Porto Maravilha e às sedes de grandes empresas como Petrobras e BNDES.

“A região central do Rio se beneficia da grande movimentação corporativa da cidade, resultado de investimentos em setores como o petrolífero e o naval, além de aproveitar a demanda resultante da realização de grandes eventos. A entrada de nossa bandeira econômica na região também será fundamental para aumentar nossos ganhos de escala, reforçando ainda mais a consolidação do mercado local”, afirma Eduardo Bartolomeo, CEO do BHG.

Com esta unidade, a rede soma seis hotéis e 1.441 quartos, sendo quatro deles já em operação – Royal Tulip Rio de Janeiro, Golden Tulip Regente, Golden Tulip Continental e Tulip In Copacabana), além do Hotel Marina, que passará a ser administrado pelo BHG a partir de janeiro de 2014.

Serviço
www.bhg.net

Fonte:http://hoteliernews.com.br/2013/12/primeiro-soft-inn-rio-de-janeiro-abre-em-2016/?utm_source=PmwebCRM-HotelierNews&utm_medium=27%20Dezembro

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

PARCERIA RENDE NOVA UNIDADE CARIOCA AO GRUPO PESTANA

Administrador de nove hotéis em território brasileiro, o grupo português Pestana terá mais uma unidade na capital fluminense. Resultado de uma parceria com o grupo mineiro Dominus Incorporadora e Construtora, o Pestana Rio Barra ficará instalado na Barra da Tijuca e deve abrir as portas em maio de 2016.
Responsável por fortalecer a presença do grupo na região Sudeste, o projeto terá a próxima quarta-feira (11) como data para seu lançamento oficial.
Sabe-se, por ora, que a unidade tem o público corporatico como alvo principal e reunirá 311 apartamentos distribuídos em 17 andares.
Próximo às principais vias da cidade, o empreendimento ainda deve oferecer facilidades como piscina com vista para o mar, spa, espaço fitness, business center, salão de convenções, salas de reunião, foyer, terraço multiuso, restaurante e lobby bar.