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terça-feira, 29 de abril de 2014

Hotéis caem na real com Copa (e abaixam preços)

Por Marina Pinhoni

Em São Paulo, taxa de ocupação é baixa. No Rio, valor das diárias cai quanto mais se aproximam os jogos. Para setor hoteleiro, Mundial não será maravilha prometida


São Paulo – O torcedor que, em janeiro, planejou sua viagem para o Rio de Janeiro para assistir à final da Copa do Mundo 2014 muito provavelmente se assustou com a média de preços para a hospedagem em hotéis da cidade: R$ 1.441.
No entanto, agora no mês de abril, com o megaevento já batendo à porta, o setor parece ter tomado um banho de água fria e já começa a reavaliar sua estratégia com promoções e diminuição significante dos preços.
A média de valor para hospedagem para a mesma partida citada acima, por exemplo, caiu 43%, para R$ 816, segundo levantamento feito pelo Trivago, site que compara preços de hotéis no mundo inteiro.
A queda não é exclusividade da capital carioca.
Os preços de hospedagem para a abertura do Mundial, que acontecerá no dia 12 de junho em São Paulo, variaram de R$ 775 em janeiro para R$ 621 em abril.
“Houve um claro erro de cálculo. Em São Paulo, é certeza que os hotéis terão uma ocupação baixa, aquém das expectativas”, afirma José Ernesto Marino Neto, presidente da BSH International, empresa de consultoria do setor hoteleiro.
Quartos vazios
Com pouco mais de quarenta dias para o início da Copa, 40% dos quartos dos hotéis do país ainda estão disponíveis durante o período do evento, que vai de 12 de junho a 13 de julho.
O levantamento é do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), que utiliza dados de sua rede credenciada, que corresponde a 71% dos quartos das grandes redes nacionais e internacionais que operam no país. (Veja a pesquisa completa no final da matéria)
Em relação especificamente a cada cidade-sede, o valor mais discrepante é o de São Paulo, que ainda tem 64% dos quartos desocupados. Apenas 24% das vagas já foram vendidas e 12% fazem parte da cota bloqueada pela Fifa.
Segundo a assessoria da FOHB, o fenômeno pode ser explicado, em parte, porque a cidade possui o maior parque hoteleiro do país, com cerca de 43 mil quartos.
Esse total seria suficiente para abrigar mais de um grande evento ao mesmo tempo, sem que a lotação máxima seja atingida.
Além disso, para a entidade, já era esperado que o turismo de lazer motivado pela Copa não seria capaz de compensar o turismo de negócios, parcialmente suspenso ou adiado pelas empresas.
De quem é a culpa?
É fato que a grande maioria do público que comparecerá às partidas é formada pelos próprios brasileiros, o que diminui a necessidade de hospedagem, uma vez que viagens de ida e volta podem ser realizadas no mesmo dia.
Apesar desses argumentos, o presidente da BSH discorda completamente que o “fracasso” de ocupação fosse esperado pelo setor hoteleiro. De acordo com ele, a taxa normal de ocupação (sem Copa) em São Paulo nos meses de junho e julho supera os 70%.
“Superestimou-se muito a demanda. O governo cometeu um erro grave e fez com que todo mundo no Brasil acreditasse Copa ia lotar o país inteiro, de ponta a ponta”, afirma Marino Neto.
Na avaliação dele, a Embratur não cumpriu com o papel de divulgação da imagem do país no exterior.
“Os maiores mercados do mundo estão a mais de 10 horas de voo distantes do Brasil. O evento por si só não é capaz de motivar os turistas a enfrentarem essa distância”.
“Ao contrário da África do Sul, não fizermos o dever de casa. Não vamos alcançar todo o potencial que a Copa poderia trazer, pois o Brasil não foi apresentado da maneira como deveria ter sido, com todas as suas atrações para os turistas”, disse.
Marino Neto acredita ainda que a onda de manifestações e a preocupação com a segurança pública pode ter contribuído para afastar os estrangeiros, que tiveram intensificada a visão do Brasil como um país violento, devido aos recentes confrontos entre polícia e população.
Quem sai ganhando
No entanto, o cenário pessimista não chega a atingir todas as cidades que sediarão os jogos.
Para Marino Neto, apesar de ser quase certeza que Rio e São Paulo sairão perdendo, ainda há esperança para cidades com menor potencial turístico e parque hoteleiro que as duas grandes capitais.
No bolão do especialista, Natal sairá ganhando com o preço médio de hospedagem de R$ 487. Já Curitiba empata, com a média de preço de R$ 496.
Fonte:http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/hoteis-caem-na-real-com-copa-e-precos-baixam

Tarifa em albergue sobe 757% na Copa

Considerados uma opção mais barata que os hotéis da cidade, onde a diária durante a Copa do Mundo ultrapassa R$ 800, os albergues também inflacionaram os preços para o mundial. Os valores estarão até 757% mais altos durante o período, quando comparados aos preços dos dias fora do grande evento.
No Rio Forest, em Santa Teresa, uma diária fora da alta temporada para ficar em um quarto com nove camas custa R$ 35, mas custa R$ 300 por dia na fase final da Copa. No Manga Hostel, na Lapa, o valor para um quarto coletivo com 23 camas salta de R$ 38 em maio para R$ 170 em julho.
Com a vantagem da localização, ao lado do Marcanã, o Maraca Hostel cobra R$ 210 por dia pelo quarto com três camas. Segundo o jornal "Extra", nos dias de jogos da Copa no estádio, o preço é 471,4% maior: R$ 1.200.
Taxa de ocupação de 90%
A alta demanda é apontada como motivo para a alta nos preços. Os hotéis da cidade já estão lotados e até mesmo nos albergues as taxas de ocupação já chegam a 90%.
Segundo Leonardo Barroso, presidente da Associação de Cama e Café e Albergues do Rio, os preços têm base nos praticados no Revéillon e no Carnaval.
Fonte:http://www.destakjornal.com.br/noticias/rio/tarifa-em-albergue-sobe-757-na-copa-230917/

terça-feira, 12 de novembro de 2013

HOSPEDAGEM CUSTA DEZ VEZES MAIS DURANTE A COPA NO RJ

O jornal Folha de S. Paulo divulgou hoje (12) o resultado do mapeamento realizado com 85 hotéis de quatro cidades-sede da Copa do Mundo de 2014: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Fortaleza. O levantamento levou em conta os preços entre os dias 12 a 19 de junho – a primeira semana da competição esportiva. Um dos locais pesquisados foi o Pura Vida Hostel, situado em Copacabana, zona sul fluminense. Durante o mês de dezembro sete diárias custam R$ 1.260. Ao considerar os preços no período da disputa futebolística, os valores para uma semana de estadia saltam para R$ 14 mil, quantia dez vezes maior.

Outro exemplo é o Beach Backpackers Hostel, em Botafogo, também na zona sul do Rio. No final do ano uma cama em dormitório misto custa R$ 350. Na semana do Mundial os valores chegam a R$ 6.500 no site de reservas Booking.com.

Tentando evitar o abuso das cobranças de tarifas hoteleiras e aéreas, o governo federal anunciou no mês passado a criação de um comitê interministerial para acompanhar os preços, além de fiscalizar a possível prática de quartel por parte da empresa Match, operadora oficial da Fifa.

Serviço
www.turismo.gov.br

Fonte:http://hoteliernews.com.br/2013/11/hostel-custa-dez-vezes-mais-durante-copa-rj/?utm_source=PmwebCRM-HotelierNews&utm_medium=13%20Novembro

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Caem preços da hotelaria carioca

O mais recente barômetro de preços da hotel.info, portal de reservas on-line de origem alemã, divulgado hoje, aponta um aumento de despesas com estadias em várias metrópoles. No Brasil, o destaque positivo fica para o Rio de Janeiro onde, apesar da proximidade da Copa do Mundo, os preçosdos quartos ainda estão mais baratos em relação ao ano passado. A pesquisa tem como base dois milhões de reservas efetuadas no período de 12 meses pelos sites da hotel.info.

Hotelaria , Hotelaria carioca tem preços, em média, 8,56% menores do que no ano passado, diz a hotel.info
Hotelaria carioca tem preços, em média, 8,56% menores do que no ano passado, diz a hotel.info


Segundo o Barômetro, no Rio de Janeiro os preços caíram 8,56%, enquanto em São Paulo houve uma pequena elevação, de 3,26%. Nova York continua imbatível como a metrópole mais cara do mundo, tendo as diárias subido 15,33%, enquanto destinos europeus como Amsterdam, Roma e Londres registraram os maiores percentuais de aumento de tarifa no último ano – respectivamente 35,73%, 29,9% e 27,46%.

Já os hotéis de Lisboa e Madri oferecem, de acordo com a pesquisa, os melhores preços médios do mercado – US$ 237,94 e US$ 200,12. As maiores quedas foram registradas na hotelaria de Kiev, que teve uma redução de 19,03% no valor das diárias. Tóquio e Moscou também caíram – 8,89% e 2,83% respectivamente.

Segundo o hotel.info, apesar da expectativa de um aumento de preços no Brasil por causa da realização da Copa do Mundo – em Moscou e em Varsóvia os preços começaram a subir meses antes da realização do Campeonato Europeu de Futebol –, os hotéis do Rio de Janeiro ainda estão preservando o orçamento de viagem dos hóspedes.

Fonte:http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/hotelaria/caem-precos-da-hotelaria-carioca-diz-hotelinfo_93988.html?pesquisa=1

terça-feira, 26 de março de 2013

Estrangeiros pagam mais por hotel no Brasil em 2012



A Hoteis.com passou a incluir o Brasil em seu índice de preços e o primeiro resultado mostra um aumento na diária média paga pelos estrangeiros no País em 2012, em relação a 2011. O levantamento apontou que, das 36 nações presentes na pesquisa, 29 gastaram mais em 2012 em comparação aos anos anteriores, sendo que um dos países manteve-se invariável e seis pagaram menos. 
A Argentina é o principal mercado de turistas estrangeiros para o Brasil, representando cerca de um terço do total. Outro terço do mercado é representado por turistas europeus e um número cada vez maior de turistas vem da Rússia e da China. 

Em relação aos que mais gastaram em hospedagem por aqui, os viajantes de Cingapura lideram o ranking. Em 2012, eles pagaram R$ 501, em média e por noite, com um aumento de 28% em comparação ao ano anterior. Na segunda posição, estão os australianos com R$ 454, em média por diária, o que representa crescimento de 25%. Depois vêm os turistas noruegueses que gastaram 15% a mais chegando à média de R$ 419. 

Em seguida, houve uma boa diferença de nacionalidades e regiões - entre os dez primeiros países, há turistas da Ásia, América do Norte, Europa, Oriente Médio e América Latina. Os viajantes japoneses atingiram a sexta posição com um aumento 20% (tarifa média de R$ 410). Logo atrás, no sétimo lugar, estão os chineses com um aumento de 46% e tarifa média de R$ 406.

Os turistas venezuelanos apareceram na primeira posição (8º) entre os países da América Latina, com tarifa de R$ 403, após um aumento de 20%. Os turistas argentinos (que formam o maior grupo de turistas no Brasil) pagaram R$ 341 em média, posicionando-se na 26ª posição (com tarifa de R$ 341) ao lado dos holandeses e italianos.

Os viajantes que pagaram menos foram os espanhóis com R$ 283 (redução de 3%), seguidos pelos paraguaios, com R$ 284 e os portugueses, com R$ 293. Outros viajantes que tiveram uma diminuição nas médias de tarifa foram os russos, na posição de 17º (com R$ 370) e os colombianos na posição de 22º (redução de 2%), junto aos mexicanos (com tarifa média de R$ 351).

Fonte:http://www.panrotas.com.br/canais/redacao/plantao/portal_reader_noticia.asp?cod_not=86672&__akacao=1324044&__akcnt=55714237&__akvkey=3518&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Central+de+Not%EDcias+PANROTAS+-+Ed.+1171

quarta-feira, 13 de março de 2013

Flávio Dino explica monitoramento da hotelaria

Em entrevista ao Portal PANROTAS, o presidente da Embratur, Flávio Dino, disse que o programa de monitoramento dos preços de hospedagem e bilhetes aéreos não só vai continuar, como deve ser estendido a outros setores. “E não é um projeto da Embratur. Trata-se de uma demanda do governo, que quer conscientizar os empresários para a importância de precificar bem em momentos especiais e de grandes eventos. Melhor ganhar menos agora e mais no futuro a comprometer a imagem do País nos próximos anos”, disse.

Segundo Dino, o caso da Rio +20 foi um divisor de águas, onde houve erros da agência intermediária e abusos pontuais da hotelaria, mas ele revela que o que chamou a atenção da Embratur para o aumento das diárias foram os relatórios produzidos pelo Fohb. “Havia casos de aumentos três ou cinco vezes maiores que a inflação. O céu não pode ser o limite, por isso resolvemos monitorar e, quando acharmos que há abuso ou algum desvio, conversar com o setor, como em uma câmara setorial. Com negociação”, afirma.

A hotelaria, segundo ele, já tem problemas de demanda alta e oferta reduzida no dia a dia, em alguns mercados, e isso não pode se agravar nos eventos especiais. “Nunca critiquei os preços do carnaval ou do reveillon, pois o viajante tem opção para onde ir. Mas na Rio+20, na Copa, na Jornada da Juventude não... Os locais são pré-definidos e a captação contou com recursos do governo. Temos o dever de monitorar sim e conscientizar o empresário de que a exposição grande nesses eventos tem de ser positiva. Não teremos chance de procurar o viajante que deixou de vir à Copa ou à Rio+20 por conta dos preços e explicar o que aconteceu, dizer que há períodos mais baratos. É um turista perdido”.

Segundo Flávio Dino, ele ficou, durante a Olimpíada de Londres, em um hotel ao lado da London Eye, por US$ 250 a diária. “Onde a hotelaria brasileira tem custo mais alto que a de Londres? Pedi esse estudo aos hoteleiros e até hoje não recebi”. “Haver um aumento de preço na alta temporada é normal. Mas a alta demanda não dá o direito de o empresário cobrar o que quiser. No final de 2012 uma passagem para Fortaleza estava R$ 5 mil. Nas próximas férias, o viajante vai procurar a República Dominicana”, complementa.

Para Flávio Dino, o Brasil dará um salto qualitativo e quantitativo com esses grandes eventos se cobrar preços justos, se fizer bons eventos, o que inclui a qualificação dos produtos, e se fatores externos ajudarem, como a recuperação econômica da Europa, o fim da barreira de vistos com os Estados Unidos, e com da evolução dos visitantes latino-americanos. “Já estamos crescendo e em alguns setores, como o de eventos, crescemos 20% em 2012. Mas para aumentarmos a quantidade de turistas, precisamos de toda essa conjunção acima”.

Fonte:http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/hotelaria/flavio-dino-explica-monitoramento-da-hotelaria_86286.html?pesquisa=1

quinta-feira, 7 de março de 2013

FOHB GARANTE TARIFA MENOR QUE A DO CARNAVAL DURANTE A COPA


O Fohb (Fórum dos Operadores Hoteleiros do Brasil) declarou que as tarifas hoteleiras para a Copa do Mundo de 2014 já estão definidas e não serão abusivas, segundo revelou a Folha de S.Paulo.
A afirmação é uma resposta à garantia de punição por parte do Ministério do Turismo a empreendimentos hoteleiros que aplicarem valores abusivos sobre as tarifas durante os mundiais esportivos.
O assunto foi tratado ontem (6) durante a coletiva de imprensa convocada pelo Fohb e a Match Hospitality, agência de viagens oficial da Fifa (Federação Internacional de Futebol), no hotel Windsor Atlantica, em Copacabana, no Rio de Janeiro.
O presidente do Fohb, Roberto Rotter, disse que as diárias serão menores do que as praticadas em grandes eventos, como a Fórmula 1, em São Paulo, e o Carnaval do Rio de Janeiro.
Para Rotter, não é interessante que a Match – responsável por oferecer de 60% a 80% dos quartos de hotéis para as competições – cobre valor absurdo. A intenção é aproveitar o período para a divulgação do Brasil como destino, segundo a publicação.
Fonte:http://hoteliernews.com.br/2013/03/fohb-garante-tarifa-menor-que-a-do-carnaval-durante-a-copa/?utm_source=PmwebCRM-HotelierNews&utm_medium=08%20mar%C3%A7o

quarta-feira, 6 de março de 2013

29% DOS HOTÉIS BRASILEIROS PRETENDEM CONTRATAR EM 2013

Quatro em cada dez hotéis em todo o mundo têm previsão de aumentar suas tarifas este ano. No Brasil, o número chega a 53%, ou seja, pouco mais de cinco em cada dez. No entanto, o investimento em contratação de equipe fica na casa dos 29% quando colocado em pauta para o mercado brasileiro.

Os dados são do TripBarometer, uma das maiores pesquisas sobre viagem e acomodações do mundo, produzida pelo site de comentários TripAdvisor e divulgada há pouco em coletiva de imprensa na capital paulista.

De acordo com o material, que está em sua segunda edição, 82% dos hotéis do País estão otimistas quanto à projeção de negócios para este ano, porcentagem superior à média global de 68%.

Marco Jorge, gerente de território do TripAdvisor para a América Latina, avalia que este momento profícuo tem relação, em parte, com os mundiais esportivos dos próximos anos e a efusão que estes eventos criou para o turismo.

Marketing digital
Outro dado relevante do TripBarometer fala dos planos de marketing on-line que os empreendimentos hoteleiros têm. Segundo a pesquisa, 42% dos meios de hospedagem brasileiros vão priorizar o marketing mobile em 2013; e 23% dizem oferecer um engajamento real com seus clientes via dispositivos móveis.

Aparentemente, a medida é reflexo dos próprios usuários, já que 72% dos viajantes no mundo disseram que agendar um hotel por meio de dispositivo móvel é algo útil – daí o investimento.

Além disso, 86% dos hoteleiros consideram os comentários on-line necessários para aumentar o número de diárias vendidas. Proprietários de hotéis revelam ainda que 35% de suas reservas são feitas via website da empresa.

O estudo
Conduzido via questionário on-line de dezembro de 2012 a janeiro de 2013, oTripBarometer avaliou respostas de mais de 35 mil pessoas em 26 países, abrangendo sete diferentes regiões. No Brasil, 277 hoteleiros e 983 consumidores participaram.

O canal
Presente em 30 países e com média de 60 milhões de visitantes mensais, o TripAdvisor é um site com dicas, avaliações, comentários e fotos sobre hotéis e empresas que compõem a indústria do turismo. No ano passado, o site aumentou sua receita em 19%.

Serviço

Fonte:http://hoteliernews.com.br/2013/03/29-dos-hoteis-brasileiros-pretende-contratar-em-2013/?utm_source=PmwebCRM-HotelierNews&utm_medium=07%20mar%C3%A7o

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

RJ tem maior aumento de tarifas hoteleiras corporativas

Estudo semestral divulgado na semana passada pela HRG mostra que os maiores crescimentos nas tarifas hoteleiras para o mercado corporativo, em âmbito global, em 2012, foram registrados no Rio de Janeiro (+ 19%) e em São Paulo (+ 15%). De acordo com a TMC, “as diárias na América Latina têm crescido significativamente pelo fato de os viajantes corporativos estarem voltando suas atenções às lucrativas oportunidades na região”.

Segundo o Business Travel News, no entanto, o crescimento nas tarifas das duas cidades brasileiras tiveram um impacto menor junto aos viajantes internacionais devido à flutuação cambial.

Ainda de acordo com a pesquisa, as diárias hoteleiras corporativas mais caras do mundo no ano passado foram praticadas em Moscou (Rússia), Lagos (Nigéria) e Nova York (Estados Unidos). Na capital russa, que está no topo do ranking há nove anos, o crescimento anual das tarifas têm sido de 5% - em Nova York, 2%. Na cidade nigeriana, “a maior parte dos visitantes usa hotéis cinco estrelas, pois a segurança permanece sendo a principal preocupação para viajantes corporativos em viagens à África, principalmente a Lagos”.

Nos Estados Unidos, as diárias hoteleiras corporativas cresceram nas principais cidades, com destaque para San Francisco (10%), Atlanta (8%) e Houston (7%). Na Europa, municípios afetados pela crise financeira registraram queda, casos da irlandesa Dublin (-4%) e da grega Atenas (-7%). Por outro lado, crescimentos foram verificados em cidades como Berlin (5%), Londres (5%) e Frankfurt (4%). 

Fonte:http://panrotas.com.br/noticia-turismo/hotelaria/rj-tem-maior-aumento-de-tarifas-hoteleiras-corporativas_85101.html?pesquisa=1