terça-feira, 6 de agosto de 2013

Uma declaração cinematográfica de amor ao Rio

"Não é somente um filme, é um movimento de valorização da Cidade Maravilhosa". A frase é a definição que Leonardo Barros, sócio-produtor da Conspiração Filmes, uma das idealizadoras do longa, dá a "Rio, Eu Te Amo", cuja filmagem começa hoje.
O projeto envolve 11 diretores de sete países com um mesmo objetivo: fazer uma declaração de amor à cidade brasileira que tem o título de Patrimônio Cultural da Humanidade.
A produção faz parte da bem-sucedida franquia "Cities of Love", criada pelo diretor francês Emmanuel Benbihy, que já teve uma versão sobre Paris e uma sobre Nova York. Os responsáveis por não deixar que o filme se torne uma salada incoerente são o diretor Vicente Amorim e o roteirista Fellipe Barbosa, que cuidam das cenas de transição.
"Temos que pensar em como fazer essas histórias conversarem", falou o cineasta.
Pérolas da cidade
Quem dá o pontapé inicial é o diretor da animação "Rio", Carlos Saldanha, com história de amor entre dois bailarinos, vividos por Rodrigo Santoro e Bruna Linzmeyer, que se passa no Theatro Municipal.
"No universo cinza do centro da cidade, o Municipal parece um tesouro", justifica Saldanha.
Nascido em Petrópolis, Santoro, que revela que teve pouco tempo para ensaiar para o seu papel, assume: "Apesar de fluminense, sou um amante do Rio". Já Bruna ressalta o que chamou de "gostosidade" da cidade, com o clima sempre relaxante. "Adoro as praias lá longe, de Grumari, do Recreio".
Fernando Meirelles ("Cidade de Deus"), José Padilha ("Tropa de Elite" e "Robocop") e Andrucha Waddington ("Penetras") estão entre os brasileiros que fazem parte do time de diretores.
Os cineastas estrangeiros que assinam segmentos são o sul-coreano Im Sang-soo ("A Empregada"), o australiano Stephan Elliott ("Priscilla, A Rainha do Deserto"), a libanesa Nadine Labaki ("Caramelo") e o mexicano Guillermo Arriage ("Vidas Que se Cruzam").
"Um desafio é a logística de produção, já que temos uma equipe de diferentes nacionalidades, mas acredito que estamos fazendo um documento histórico muito importante para a cidade", avaliou, confiante, o produtor Pedro Buarque de Hollanda.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

RIO DE JANEIRO GANHA SINDICATO EXCLUSIVO DA HOTELARIA

Na última terça-feira (30), o Tribunal Regional do Trabalho da 1ª região derrubou a liminar que questionava a criação do SindHotéis (Sindicado de Hotéis e Meios de Hospedagem). A partir de agora, os hoteleiros vão contar com uma entidade representativa própria, podendo se desvenciliar do SindRio (Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes), que era contrário à nova associação.
O processo teve início em 2011, e conforme advogado responsável pela causa, o mérito está julgado e não há mais possibilidade de questionamento junto ao tribunal do município.
“A vitória é comemorada por todos os empresários da indústria hoteleira da cidade do Rio de Janeiro, que passará a ter uma representação sindical focada nos interesses da classe”, comemora o presidente da ABIH-RJ, Alfredo Lopes.

ROYAL TULIP RIO DE JANEIRO RECEBE SEGUNDO HOTEL-ESCOLA DO BHG

Royal Tulip Rio de Janeiro
O Royal Tulip Rio de Janeiro, onde passou a funcionar o 2º hotel-escola da rede
(foto: divulgação)
Na última quarta-feira, o BHG (Brazil Hospitality Group) inaugurou o segundo hotel-escola da rede, dentro do Royal Tulip Rio de Janeiro, localizado no bairro de São Conrado, zona sul da capital fluminense. A unidade oferece cursos de aprimoramento profissional na área de hotelaria para os colaboradores da empresa, mas também atenderá moradores nas comunidades vizinhas, como Rocinha e Vidigal.
O primeiro curso será destinado à formação de camareiras e tem início previsto para agosto. O treinamento possui duração de 20 horas, e após a conclusão, os profissionais receberão certificado e estarão aptos a trabalhar em hotéis e pousadas.
“Há uma demanda muito grande por mão de obra qualificada para atuar nos hotéis; por outro lado, identificamos uma massa de pessoas buscando qualificação profissional. O objetivo do hotel-escola é contribuir para solucionar esse conflito, fortalecendo o setor hoteleiro no país”, afirma o diretor de operações da BHG, Reginaldo Olivi.
Hotel-escola
O projeto foi lançado em fevereiro de 2011, no Hotel Golden Tulip Belas Artes, em São Paulo. Desde então, cerca de 3 mil colaboradores passaram por treinamentos.
Serviço
www.bhg.net

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

MTur devolveu R$ 178 mi à União por falta de projetos

BRASÍLIA – O Ministério do Turismo vai aproveitar a realização da Avirrp, em Ribeirão Preto, para apresentar sua mais nova ferramenta, o banco de projetos. O secretário de Programas de Desenvolvimento, Fábio Mota, revelou na reunião do Conselho de Turismo, em Brasília, que o ministério teve de devolver R$ 178 milhões à união, relativos ao ano de 2011, porque o dinheiro não foi utilizado. Motivo? Segundo ele, falta de projetos que pudessem ser contemplados com essa verba.

Há no País 18 mil obras com verba do MTur e a média de realização de cada uma, do projeto à finalização, é de cinco anos. Dois anos são gastos somente com o projeto executivo. Com o banco lançado pelo MTur, as obras seriam aceleradas (para uma média de três anos) e o dinheiro gasto com um dos projetos já aprovados pela pasta.

Mota revelou ainda que, para o ano de 2012, há R$ 700 milhões sob o que o governo chama de cláusulas suspensivas: dinheiro à espera de projetos. Se eles não chegarem o dinheiro volta à União, mas não retorna ao orçamento do MTur no ano seguinte.

Fonte:http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/politica/mtur-devolveu-r$-178-mi-a-uniao-por-falta-de-projetos_90672.html