quarta-feira, 21 de maio de 2014

Parceria entre Rio e Argentina vai deixar o Cristo azul e Obelisco verde e amarelo

O secretário de Turismo do Rio de Janeiro, Claudio Magnavita, disse que fechou parceria numa ação que irá iluminar o Obelisco de Buenos Aires com as cores do Brasil e o Cristo Redentor com as cores da Argentina em solenidade simultânea nos dois países. O evento, ainda sem data confirmada, vai contar com a presença dos ministros de turismo Vinicius Lages, do Brasil, e Enrique Meyer, da Argentina.  

O motivo, segundo Magnavita, não poderia ser outro: celebrar o fato que, mesmo sendo antagonistas no futebol, ambos são mercados complementares,  visto que os brasileiros são os maiores visitantes em terras argentinas e vice-versa.  “Vamos mostrar ao mundo que fora do campo estabelecemos uma relação de irmandade. O turismo é o passaporte da paz”.

Além disso, o secretário citou que irá enviar ao papa Francisco uma solicitação para que o santo João Paulo II seja eleito padroeiro do turismo. “Ele escreveu muito sobre o assunto, e também e foi o papa que mais viajou. Por isso a nomeação será muito especial”, concluiu.

Copa

A poucos dias da Copa do Mundo, Magnavita não deixou de ressaltar ao Brasilturis Jornal o programa “SOS Turista”, criado em parceria com a Secretaria de Defesa ao Consumidor e a Secretaria de Segurança. “Teremos uma central funcionando 24 horas para dar atendimento a qualquer situação, desde problema com passaportes até relativos à segurança. Vamos tratar nosso turista - não só no Rio de Janeiro, mas também em Búzios, Cabo Frio, Angra e na região serrana -  como ele merece”.

Ainda de acordo com o secretário, ao todo são esperados cerca de 300 mil turistas no Rio de Janeiro, sendo a maioria estrangeiros e cerca de 16 mil jornalistas.  “O mais importante é que, após o apito final, deixaremos de ser uma cidade-sede para ser um estado olímpico. Nossa diferença em relação a outras regiões é essa. Nosso trabalho está apenas começando”, afirmou.

Rafael Lima 

Fonte:http://www.brasilturis.com.br/noticias.php?id=16911&noticia=parceria-entre-rio-e-argentina-vai-deixar-o-cristo

terça-feira, 20 de maio de 2014

Transporte liderou gastos de turista na Copa das Confederações

De acordo com estimativas do Ministério do Turismo, as despesas com transportes foram as que mais pesaram na composição de gastos do turista brasileiro durante a Copa das Confederações, realizada em junho do ano passado. Somente com deslocamentos para as seis cidades-sede da competição foram desembolsados R$ 102,6 milhões do total de R$ 346 milhões gastos para cobrir todas as despesas de viagem. O estudo estima que 247,6 mil brasileiros e 25,6 mil estrangeiros circularam nas sedes do evento.

Os turistas que viajaram para o Rio de Janeiro gastaram R$ 35,8 milhões, o maior volume entre as seis sedes e quase o dobro do registrado em Fortaleza e Salvador, ambos com gastos de aproximadamente R$ 18 milhões.

A alimentação foi o segundo item na planilha de gastos do turista doméstico nas cidades-sede. No total, foram quase R$ 70,2 milhões movimentados em bares, restaurantes e outros estabelecimentos, ficando o Rio de Janeiro mais uma vez na dianteira, com a arrecadação de R$ 23,3 milhões. Fortaleza, com R$ 15,6 milhões, foi o segundo; e Salvador, com R$ 14,9 milhões, o terceiro.

O turista aproveitou a estadia nas seis capitais para fazer compras, um volume que chegou a R$ 54,8 milhões nos 15 dias do torneio. Gastos expressivos ocorreram também com o pagamento de hospedagem (R$ 46 milhões), com passeios e atrações turísticas (R$ 28,6 milhões) e com diversão noturna (R$ 18,9 milhões). Deslocamentos dentro das cidades consumiram R$ 14,3 milhões e outras despesas somaram R$ 10,4 milhões.

O gasto per capita médio do turista doméstico foi de R$ 728,61, enquanto que em toda a viagem foi de R$ 1,34 mil. Já os estrangeiros gastaram R$ 253,9 por dia, ficaram 15,7 dias, em média no País, e deixaram R$ 82,8 milhões nas seis capitais.

O gasto do turista doméstico e do internacional foi um dos indicadores utilizados, junto com dados sobre geração de empregos, investimentos em infraestrutura, entre outros, para a realização do estudo Copa da Confederações Fifa Brasil 2013 – Estimativas dos Impactos Econômicos e Sociais. Realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador, a pesquisa avalia o impacto do evento nessas cidades e no restante do País.

Gastos de estrangeiros

Na composição dos gastos do turista internacional nas cidades-sede da Copa das Confederações, destacam-se as despesas com hospedagem, R$ 26 milhões, e alimentação, R$ 20,6 milhões. A soma dos gastos realizados no Brasil durante a viagem é de R$ 102,17 milhões, incluindo os R$ 4,5 milhões com a compra de ingressos para os jogos.

Como foram considerados apenas os gastos realizados dentro do país, a conta dos estrangeiros não inclui o transporte do país de origem para o Brasil. Assim, os estrangeiros gastaram com deslocamentos R$ 13,8 milhões na viagem e R$ 11,25 milhões nos limites das seis sedes do campeonato.

Fonte: http://www.brasil.gov.br/turismo/2014/05/transporte-lideraou-gastos-de-turista-na-copa-das-confederacoes

segunda-feira, 19 de maio de 2014

“Turista aprendiz“ quer alcançar jovens cariocas

DA AGÊNCIA BRASIL

O projeto Turista Aprendiz abre inscrições até 30 de junho para as novas oficinas do segundo semestre programadas para a Biblioteca Parque Estadual, no centro do Rio, e o Complexo do Alemão. O objetivo é desenvolver habilidades de jovens para escrever textos literários e ampliar o repertório cultural.

O projeto atende a jovens de comunidades e está dentro de um programa, chamado Favela Criativa, que já ocorre em comunidades que contam com Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) no Rio. Além disso, leva esses jovens para conhecer outros lugares da cidade, do estado do Rio e do país. As oficinas terão duração de quatro meses e são direcionadas a jovens da rede pública de ensino.

Para a coordenadora do projeto, Maria Pereira, o projeto é importante para os jovens ampliar a realidade social e cultural deles. "O projeto faz com que os jovens conheçam outras realidades sociais. Ampliar o repertório cultural faz com que eles conheçam instituições culturais, além de conhecerem manifestações artísticas e manter contatos com pessoas diferentes, que pensam de uma forma diferente e que ajam diferente", explicou.

As oficinas de Manguinhos e da Rocinha já estão funcionando desde março, e no próximo semestre mais duas oficinas serão iniciadas. Uma no Complexo do Alemão e a outra no centro da cidade, com alunos do Morro da Providência. Os alunos pré-selecionados escreverão um texto e participarão de uma entrevista com coordenadores e professores da oficina. Serão escolhidos 25 alunos para cada turma que começarão o projeto em agosto e seguirão até o fim do ano no primeiro módulo, com aulas duas vezes por semana.

Os alunos selecionados participam de uma viagem pelo Brasil em janeiro de 2015 por dez dias. O projeto termina em abril do ano que vem e terá como produto final o lançamento de um livro com todos os textos escritos pelos jovens que foram contemplados com a viagem pelo Brasil. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.turistaaprendiz.com/inscricao/.

Fonte:http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/politica/turista-aprendiz-quer-alcancar-jovens-cariocas_100615.html?pesquisa=1

Guia de turismo lança manual prático para gringos não micarem na Copa

TÁSSIA DI CARVALHO

Rio - Os turistas alemães, austríacos e suíços que vierem ao Brasil assistir aos jogo da Copa do Mundo têm um aliado para não cometerem gafes em terras tupiniquins. A cientista cultural e guia de turismo no Vidigal Emel Mangel, de 29 anos, lançou o livro “Fettnäpfchenführer”, algo como ‘Para não pisar na bola’. O objetivo: evitar sustos antes mesmo da bola rolar.
A cientista cultural Emel Mangel apresenta o manual para os turistas ficarem ‘bem na foto’
Foto:  Estefan Radovicz / Agência O Dia



O livro, à venda na Alemanhã e na Amazon.com, conta a história (fictícia) de Linda, uma alemã que vem ao Rio morar com uma família e enfrenta diferenças culturais. “Linda percebe, por exemplo, que os biquínis são minúsculos, mas topless é um tabu. Que aqui não lavam calcinhas na máquina.”

Emel conta que na Alemanha não é normal ficar pedindo informações na rua. “O livro mostra que os turistas podem ficar tranquilos em perguntar aqui, pois as pessoas não veem isso como perturbação.”

A informalidade dos brasileiros é uma das coisas que a atraiu. “Gosto de chegar na padaria e chamar as pessoas de queridas. Essa relação de amizade com gente que nem conheço não existe na Europa.” O que a chateia no Rio é a pobreza que vê pelas ruas do Centro e a violência. “É triste ver as pessoas assim jogadas na rua e sem ter o que comer”

Emel veio ao Brasil pela primeira vez aos 16 anos, para fazer intercâmbio em Cuiabá, e criou laços com sua ‘família’ brasileira, voltando durante anos. “A sorte me trouxe ao Brasil.”

Durante as temporadas no Mato Grosso aproveitou para cursar Letras na UFMT, onde conheceu o ex-marido, estudante de Física.

Ao voltar a Berlim para cursar mestrado em Ciências Culturais, o casal apresentou, durante dois anos, um programa sobre MPB. “Eu também escrevia artigos sobre o Brasil.” Agora ela só volta para sua terra natal a passeio. “Minha mãe foi a primeira a perceber que eu ficaria aqui. Acertou!”

‘Favela é menos violenta que o asfalto’
A principal dica de Emel para os turistas é um tanto quanto curiosa. Ela diz que o asfalto é perigoso enquanto a favela é tranquila. “Quando levo meus grupos ao Vidigal, mostro os pontos turísticos tranquila, pois lá não há violência. Mas quando estamos nos outros cantos da cidade, tenho medo.”

Entre os conselhos para não ser assaltado, Emel diz que é bom carregar bolsas na frente do corpo. “É importante que andem com roupas mais simples e que não exibam objetos caros, pois atraem ladrões.” As dicas que dá é para que outros não sofram o mesmo que ela — assaltada em diversos cantos do Rio, principalmente na Lapa e em Santa Teresa. “Vivo na favela há dois anos e nunca aconteceu nada lá. Posso chegar a hora que quiser tranquilamente.”

DEZ DICAS PARA SOBREVIVER À COPA

É importante memorizar logo os nomes dos brasileiros, porque é mal aceito perguntá-los a toda hora.

Chame sempre as pessoas pelo primeiro nome, inclusive em em ambientes profissionais.

Não lave suas peças íntimas junto com outras roupas na máquina. Isso não é normal.

Não é bem aceito dizer ‘não, não vou ou não tenho tempo’

Em geral dizer ‘não’ também não é bem aceito. Brasileiro não gosta de ouvir negativas.

Não se deve jogar papel higiênico no vaso sanitário.

É normal compartilhar a carne do seu prato num churrasco.

Cuidado, pois na Alemanha a palavra motel é um hotel para caminhoneiros. Já no Brasil é para encontros amorosos.

Biquinis podem ser minúsculos, mas nunca faça topless numa praia.

Não espere sinalização, itinerário ou lista das linhas quando for pegar um ônibus.

Fonte:http://odia.ig.com.br/noticia/riosemfronteiras/2014-05-18/guia-de-turismo-lanca-manual-pratico-para-gringos-nao-micarem-na-copa.html