sábado, 31 de dezembro de 2011

Mais de 25 mil pessoas chegam em transatlânticos para a virada do ano

O Rio de Janeiro recebeu, somente nos dois últimos dias do ano, cerca de 25 mil turistas internacionais que chegaram em navios transatlânticos. A intensa movimentação do turismo marítimo injetará na economia da cidade US$ 7,5 milhões nesse período, segundo estimativa da Associação Brasileira dos Operadores de Turismo Receptivo Internacional.

Tanta gente não causou maiores problemas no Píer Mauá, apesar das obras de revitalização da Zona Portuária do projeto Rio Maravilha. Segundo disse o diretor de Operações do píer, Alexandre Gomes, à Rádio CBN, as autoridades temiam que as obras atrapalhassem a chegada dos turistas internacionais.

"Havia uma grande preocupação, mas no início da temporada em outubro houve uma intensa movimentação operacional de todos os entes envolvidos, como Receita Federal, Polícia Federal, CET-Rio, Batalhão de Turismo, Guarda Municipal, de forma tão impressionante que a gente conseguiu tocar a operação tanto na área interna como na externa com o menor problema possível para o passageiro", explicou Gomes.

A estimativa é de que o número de pessoas a bordo de transatlânticos, escunas e iates, que estarão em frente à Praia de Copacabana para assistir à queima de fogos à meia-noite deste sábado, calculado em 30 mil pessoas, seja recorde. A maioria estará em doze transatlânticos, alguns com capacidade para até três mil passageiros.

De acordo com a Secretaria de Estado de Turismo, no período de dezembro a março, a cidade deve receber 3 milhões de visitantes, seja por ar, mar ou terra. Os turistas vão injetar US$ 2,2 bilhões na economia do estado, superando os resultados de 2010, quando 2,6 milhões de pessoas visitaram a capital, gerando US$ 1,9 bilhão de movimentação financeira. Do total de turistas que chegarão ao Rio, 2,2 milhões são brasileiros e 754 mil, estrangeiros.

Fonte: http://www.jb.com.br/rio/noticias/2011/12/31/mais-de-25-mil-pessoas-chegam-em-transatlanticos-para-a-virada-do-ano/

Rio 2016 e Embratur não se entendem sobre Copa 2014

Uma saia justa de, no mínimo, R$ 10 milhões abalou as relações entre a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) e o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016. Tudo porque a autarquia do Ministério do Turismo queria promover as cidades-sedes da Copa do Mundo de 2014 dentro da Casa Brasil, durante os Jogos Olímpicos de Londres.

O problema principal é que o Comitê Rio-2016 alugou a Somerset House, tradicional centro de cultura e lazer, para montar a Casa Brasil e promover o país sob o enfoque das competições que ocorrerão na capital fluminense. Por isso, dividir as atenções com a Copa do Mundo dentro da famosa construção neoclássica londrina, erguida no século XVIII, não está nos planos dos organizadores olímpicos.

O LANCE! apurou que o presidente do Comitê Organizador dos Jogos Rio-2016, Carlos Arthur Nuzman, não se opõe que a Embratur faça a promoção do país dentro da Casa Brasil. A questão é não ficar caracterizado a louvação à Copa em um espaço olímpico.

Com a recusa do Comitê Rio-2016 em abrigar ambas as competições, a Embratur vai erguer uma outra Casa Brasil em Londres para a promoção dos destinos turísticos das cidades-sedes da Copa-2014. A nova casa vai consumir, pelo menos, R$ 10 milhões, valor investido para a realização do mesmo projeto durante a Copa da África do Sul.

Para promover a Copa-2014, a Embratur tem erguido em suas exposições no exterior um espaço destinado somente ao Campeonato Mundial de Futebol. E, diante da suntuosidade da Somerset House, a intenção era a de juntar as duas competições em um só local.

Consultada sobre a divergência com o Comitê Rio-2016 e a criação de uma segunda Casa Brasil, a Embratur, por e-mail, limitou-se a dizer que há ações conjuntas para a exploração dos dois eventos. E ressaltou que as referentes ao ano de 2012 estão em alinhamento.

Mas, em reunião no dia 22 de novembro com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, o presidente da Embratur, Flávio Dino, já admitiu a criação da nova Casa Brasil.

Fonte: http://esportes.opovo.com.br/app/esportes/olimpiadas/2011/12/31/noticiaolimpiada,2263311/rio-2016-e-embratur-nao-se-entendem-sobre-copa-2014.shtml

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Para especialistas, Brasil busca qualidade no Turismo

Três especialistas e consultores brasileiros analisaram variáveis de desenvolvimento do turismo e chegaram à conclusão de que a “saúde” da economia turística avançou expressivamente nos últimos nove anos, mas lacunas históricas exigem soluções que não podem mais ser adiadas.

O principal alerta para o período 2012-2014 vai para as áreas de recursos humanos, mobilidade e acessibilidade, infraestrutura urbana e comunicação em idiomas estrangeiros. Segundo o professor doutor pela Universidade de São Paulo (USP) e especialista em Turismo Ricardo Ricci Uvinha, o Brasil se aperfeiçoa, de forma qualitativa, na formação de mão-de-obra para o setor. “A grande procura por cursos de turismo nas universidades mostra isso. A qualidade da educação é um fator bastante decisivo para a profissionalização do turismo brasileiro”, afirma Uvinha.

De 2003 a 2011, o Ministério do Turismo qualificou 815,5 mil pessoas em especialidades técnicas de base do setor, línguas estrangeiras e gestão empresarial para o turismo. Mais de 2,7 mil cidades brasileiras foram atendidas somente em 2011.

As quatro maiores economias turísticas do mundo – França, Estados Unidos, China e Espanha – são, sobretudo, exemplos internacionais de organização e mobilidade urbana. Para a docente do curso de Lazer e Turismo da USP e pesquisadora nas áreas de Turismo Urbano e Políticas Públicas, Mariana Aldrigui, o Brasil deve apostar em políticas públicas integradas, que considerem que o turista é também um consumidor de transporte. “O tempo gasto para se deslocar em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, por exemplo, ainda é muito maior do que em Nova York, Paris, Londres e Hong Kong. Isso, além de criar um comprometimento do transporte do morador, também prejudica o visitante. Na verdade, o sistema é um só e deve funcionar bem para todos”, analisa.

Cidades que oferecem maior qualidade de vida se tornam mais atraentes para investidores de diversas áreas do setor. O volume de desembolso de crédito vem crescendo em média 20% ao ano, desde 2003, ano da criação do Ministério do Turismo. Segundo José do Carmo Rocha Filho, consultor do Departamento de Financiamento e Promoção de Investimentos no Turismo (DFPIT/MTur), o ritmo de aumento do crédito financiado por bancos públicos federais para operações de investimento e capital de giro às empresas turísticas “demonstra que o turismo brasileiro evolui quando são dadas condições favoráveis para isso”.

A expectativa do Ministério do Turismo é que R$ 10 bilhões sejam injetados em 324 novos empreendimentos hoteleiros que iniciarão operações no Brasil até 2019, gerando 32 mil empregos diretos e aumentando a oferta nacional de unidades habitacionais de hospedagem em 55 mil.

Fonte: http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/mercado/para-especialistas-brasil-busca-qualidade-no-turismo_74371.html?pesquisa=1

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Rio Convention Bureau investe R$ 20 mil em novo website

O RCVB (Rio Convetion & Visitors Bureau) fecha o ano colocando no ar o novo site da fundação. A nova versão tem mais conteúdo que a anterior, reunindo informações de serviços úteis aos turistas, como endereço, contato dos consulados e órgãos oficiais de turismo. O investimento gira em torno de R$ 20 mil.

De acordo com Paulo Senise, diretor Executivo do Rio Convention, havia a necessidade de modernização do site, não somente no que se refere ao conteúdo, mas também com relação ao layout.

"O layout cumpriu bem seu papel na época de seu lançamento, mas já estava defasado. Quanto ao conteúdo, a mudança nos permitiu implementar novas ferramentas principalmente para as empresas mantenedoras, para o usuário comum e para o profissional de eventos. Há agora no portal um formulário para preenchimento e solicitação de proposta para evento, no qual podem ser incluídas todas as informações necessárias à organização de um evento, tais como número de salas necessárias, capacidade de cada uma, espaço para exposição ou não, necessidade de hospedagem, coffee break, e outros", explica o diretor.

Segundo Senise, a principal diferença está nas facilidades de navegação e leitura após a mudança. "Incluímos nossas empresas mantenedoras no primeiro link da página, facilitando a pesquisa. Há banners para publicidade e outro para destaque de notícias e acontecimentos relevantes. No que diz respeito à estrutura, ficou mais fácil também a sua administração, tornando mais eficiente o trabalho de atualização da mesma", afirma.

"Preferimos aguardar a véspera da temporada de verão e o calendário de eventos desta época, prorrogando a data de lançamento do site para coincidir o momento", finaliza.

(Nathalia Abreu)

Fonte: http://www.hoteliernews.com.br/HotelierNews/Hn.Site.4/NoticiasConteudo.aspx?Noticia=71205&Midia=1