O Prodetur é uma ferramenta essencial para o desenvolvimento do turismo. Com estas palavras Paulo Senise, Presidente da TurisRio – Cia. de Turismo do Estado do Rio de Janeiro, empresa vinculada a Setur-RJ, deu início à palestra “Rio de Janeiro- Portão de Entrada para os Destinos no Interior do Estado”, durante a realização do III Encontro do Prodetur Nacional, apresentando o plano de marketing a ser executado nos próximos anos pela Setur-RJ/TurisRio.
Entre as diretrizes expostas por Senise estão: fortalecer a imagem nos mercados emissores, aumentar a presença no mundo digital e nas revistas de bordo, e intensificar a realização de seminários e de programas de treinamento para profissionais do trade.
"Aliado a isso produziremos nova folhetaria das regiões do interior fluminense, ampliaremos o nosso banco de imagens e investiremos em eventos de promoção nacionais e internacionais. O objetivo é fazer com que os turistas aumentem a permanência no Rio de Janeiro em mais três dias para que possam visitar as “Cidades Maravilhosas” que compõem o interior do Rio de Janeiro", disse Senise.
Senise priorizou, ainda, em sua apresentação os investimentos que vem sendo feitos para os grandes eventos que o Rio de Janeiro está sediando, como a JMJ – Jornada Mundial da Juventude (R$ 100 milhões) e os Jogos Olímpicos (R$ 38.2 bilhão). Aliado aos investimentos de infraestrutura, Senise destacou os 15 novos hotéis que serão construídos até o final deste ano, resultando em mais 4 mil quartos e 12 mil empregos indiretos.
O presidente da TurisRio ressaltou também números relacionados à chegada de turistas nos cruzeiros marítimos no Rio de Janeiro, lembrando que o Estado do Rio de Janeiro tem duas cidades entre o ranking das cidades portuárias que mais receberam benefícios pelos gastos dos cruzeiristas e tripulantes. "A capital, Rio de Janeiro, e Armação dos Búzios, município localizado na Costa do Sol, são importantes pontos de desembarque de turistas dos cruzeiros. Desembarcaram no Píer Mauá, na temporada 2014/2015, 290.876 passageiros, e o movimento total no Estado foi de mais de 1 milhão de turistas. Esses visitantes estimularam a geração de empregos e movimentaram a economia."
A origem dos turistas que visitam o Estado do Rio de Janeiro também foi apresentada. Nas chegadas internacionais os grandes campeões são os argentinos, correspondendo a 15,5% dos visitantes. Com relação aos turistas nacionais, 16% dos que circulam pelo estado são moradores do Rio de Janeiro seguidos pelos paulistas com 12,7%. Outro dado revelado pela pesquisa da Fundação Getúlio Vargas foi a importância da internet para a escolha do destino dos viajantes. Mais de 70% dos brasileiros e cerca de 60% dos estrangeiros disseram que preferem fazer uma seleção prévia de suas viagens futuras, navegando nos sites de busca.
Fonte:http://www.mercadoeeventos.com.br/site/noticias/view/117097
Grupo de trabalho das entidades públicas e privadas do turismo da cidade do Rio de Janeiro com o objetivo de zelar pela competitividade no turismo na cidade junto ao programa 65 Destinos Indutores do MinTur.
ABIH - ABAV - ABEOC - ABRASEL - BITO - NELTUR - RIOTUR - RIO CONVENTION & VISITORS BUREAU - SEBRAE - SINDEGTUR - SINDRIO - TURISRIO
quinta-feira, 30 de abril de 2015
quarta-feira, 29 de abril de 2015
Fórum debate legado para o Rio de Janeiro pós-Olimpíadas
Lopes informou que a rede hoteleira do Rio entregou no ano passado 6,8 mil quartos e prevê a entrada em operação, até março de 2016, de mais 16 mil quartos. “São números muito grandes frente a um movimento turístico internacional muito pequeno”. A preocupação do presidente da Abih-RJ é saber o que fazer para que em 2017 essa oferta não fique ociosa. No caso do Rio de Janeiro, ele disse que a fórmula a ser adotada deve se adequar de maneira constante à realidade mundial. “O dólar hoje, por exemplo, está favorável ao turismo importativo e não exportativo. Mas ninguém pode prever como a taxa irá variar até 2017”.
No caso de Barcelona e Londres, Lopes lembrou que lá foi feito um trabalho de divulgação. “Houve sempre investimento grande em propaganda, promoção, divulgação dessas cidades no mundo”. Além de o posicionamento das duas cidades na Europa, o poder aquisitivo dos europeus, maior que o dos vizinhos do Brasil na América Latina, facilidade de deslocamento e mais oferta de voos favorecerem o fluxo de turistas.
Para o presidente da Abih, o Rio de Janeiro tem muito para crescer no setor de turismo. Segundo ele, Barcelona, por exemplo, recebe atualmente 12 milhões de visitantes estrangeiros por ano e o Brasil em torno de 6 milhões. Isso “mostra o gap [lacuna] que nós temos para poder crescer”. Na avaliação de Alfredo Lopes, se não houver promoção constante antes, durante e depois das Olimpíadas, o setor hoteleiro terá um problema sério de ocupação em 2017, “porque só as Olimpíadas não vão resolver o problema para o futuro”.
O tema segurança, segundo o diretor comercial do Rio Convention & Visitors Bureau, Michael Nagy, foi consenso entre os participantes do fórum. O diretor-presidente do Barcelona Tourism Board, Jordi William Carnes, reconheceu que o assunto é motivo de preocupação em qualquer parte do planeta. “É um problema mundial, principalmente nos destinos de turismo”. Onde tem turista que não fala a língua local, há uma situação de alerta para os visitantes, destacou.
O Rio de Janeiro está atento a esse aspecto, garantiu Nagy. “Não é um problema exclusivo do Rio”. Ele acrescentou que os problemas na área da segurança estão sendo atendidos, “mas não somos diferentes de nenhuma capital de turismo do mundo”.
Fonte:http://www.jb.com.br/rio/noticias/2015/04/29/forum-debate-legado-para-o-rio-de-janeiro-pos-olimpiadas/
Líder na Copa, EUA deve ter 200 mil turistas na Rio 2016
Após se destacar – e surpreender alguns – ao enviar 90 mil turistas para o Brasil durante a Copa do Mundo, os Estados Unidos devem embarcar mais do que o dobro para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro no ano que vem. Segundo o cônsul geral dos EUA no Brasil, Dennis Hankin, são esperados 200 mil norte-americanos na Cidade Maravilhosa para a competição, novamente despontando como um dos líderes.
“Apesar do receio de todos os brasileiros com o Mundial da Fifa no ano passado, o evento foi um sucesso e o Brasil está de parabéns”, elogiou Hankin. “Para os jogos do ano que vem esperamos 200 mil visitantes norte-americanos, e isso é muito positivo para nós, pois é saudável ter uma relação turística assim entre ambos os mercados.”
Com tradição nos Jogos Olímpicos, os Estados Unidos faturaram o primeiro lugar na última edição da competição, em Londres, com 46 ouros para um total de 104 medalhas.
Fonte:http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/destinos/2015/04/lider-na-copa-eua-deve-ter-200-mil-turistas-na-rio-2016_113628.html
“Apesar do receio de todos os brasileiros com o Mundial da Fifa no ano passado, o evento foi um sucesso e o Brasil está de parabéns”, elogiou Hankin. “Para os jogos do ano que vem esperamos 200 mil visitantes norte-americanos, e isso é muito positivo para nós, pois é saudável ter uma relação turística assim entre ambos os mercados.”
Com tradição nos Jogos Olímpicos, os Estados Unidos faturaram o primeiro lugar na última edição da competição, em Londres, com 46 ouros para um total de 104 medalhas.
Fonte:http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/destinos/2015/04/lider-na-copa-eua-deve-ter-200-mil-turistas-na-rio-2016_113628.html
Riotur cobra da Embratur maior investimento em publicidade
Philippe Campello, subsecretário de turismo do município do Rio de Janeiro, fez um apelo à Embratur, durante debate sobre as oportunidades do momento pós-Olímpico, para que a instituição aposte mais na promoção da cidade. "Eu sei que a Embratur tem outros cinco mil destinos para promover, e a promoção não pode apenas ser focada no Rio de Janeiro. Mas acredito que, nesse momento, o Rio tem que ser a locomotiva e receber o máximo de atenção do órgão", afirmou Campello, que ressaltou que as outras cidades brasileiras vão se beneficiar com a promoção da capital fluminense e com as Olimpíadas. "O governo tem que entender que as Olimpíadas não são apenas do Rio, e sim do Brasil todo", finalizou.
Segundo Campello, a Riotur deseja trasnformar o Rio de Janeiro em uma Smart City, uma cidade modelo que representará o país. Entretanto, a prefeitura ainda enfrenta algumas dificuldades. "A grande diferença das Olimpíadas de Londres é que grande parte do nosso orçamento de branding está sendo usado em obras de infraestrutura turística, como centros de informações turísticas", explica Campello que afirmou que, assim como Barcelona, o Place Branding do país deverá ocorrer durante e após o evento.
Para Roger Tondeur, presidente da empresa MCI, não apostar em promoção é um erro. "Se o dinheiro está indo mais para infraestrutura e menos para promoção, então vocês estão perdendo um grande momento. Quando uma grande empresa tem um investimento para promoção, 1/3 vai para a publicidade, enquanto 2/3 é usado em ações para estimular a publicidade. E eu não tenho visto muito dessa publicidade”, ressaltou.
Por sua vez, Jordi Carnes, CEO do Barcelona Turismo, afirmou que a promoção é importante para mostrar outras facetas do país. "Como você deseja que o Brasil fiquei conhecido? Pelo samba e pelo fu
tebol, ou que seja além disso? É através da publicidade e estratégias de promoção que se atinge esses objetivos. O trabalho de promoção é um trabalho de coordenação", destacou.
Chris Lynn, vice-presidente para América do Norte e mercados emergentes do London & Partners, enfatizou que o uso da tecnologia e das mídias sociais é de extrema importância para esse momento em que o Brasil se encontra. "A internet é essencial, uma vez que segmenta mercados e nos faz entender e compreender de onde vêm, como funcionam, o que desejam. Durante os jogos essas compreensão nos ajuda a prever quais os mercados que são importantes e interessantes para um futuro investimento", pontua.
Segundo Jackie Grech, diretora Jurídica e Política e conselheira da Associação Britânica de Hotelaria (BHA), portais e sites de reviews são umas das principais ferramentas que podem influenciar na imagem de um país. "Sites como o TripAdvisor, por exemplo, tem uma grande influência no consumidor. De acordo com pesquisas, 90% dos consumidores gerais afirmam que começaram a viagem por uma busca online e 65% se baseiam em alguma review online para decidir qual destino escolher e aonde vão gastar seu dinheiro. Através da internet é possível saber quem são seus consumidores em potencial e seus concorrentes. As mídias sociais por sua vez, representam um grande papel nisso tudo, onde os fatos, bons e ruins são rapidamente publicados no mundo inteiro", explica. Grech ainda afirma que é necessário saber lidar rapidamente com a má publicidade. "As redes sociais vão ditar como a imagem do Rio será vista pelo mundo. Há diversas ferramentas gratuitas, como o Facebook, Twitter, Google etc. disponíveis que ajudam na promoção de um destino", concluiu.
Fonte:http://www.mercadoeeventos.com.br/site/noticias/view/117109/rio-precisa-apostar-em-publicidade-para-olimpiadas
Segundo Campello, a Riotur deseja trasnformar o Rio de Janeiro em uma Smart City, uma cidade modelo que representará o país. Entretanto, a prefeitura ainda enfrenta algumas dificuldades. "A grande diferença das Olimpíadas de Londres é que grande parte do nosso orçamento de branding está sendo usado em obras de infraestrutura turística, como centros de informações turísticas", explica Campello que afirmou que, assim como Barcelona, o Place Branding do país deverá ocorrer durante e após o evento.
Para Roger Tondeur, presidente da empresa MCI, não apostar em promoção é um erro. "Se o dinheiro está indo mais para infraestrutura e menos para promoção, então vocês estão perdendo um grande momento. Quando uma grande empresa tem um investimento para promoção, 1/3 vai para a publicidade, enquanto 2/3 é usado em ações para estimular a publicidade. E eu não tenho visto muito dessa publicidade”, ressaltou.
Por sua vez, Jordi Carnes, CEO do Barcelona Turismo, afirmou que a promoção é importante para mostrar outras facetas do país. "Como você deseja que o Brasil fiquei conhecido? Pelo samba e pelo fu
tebol, ou que seja além disso? É através da publicidade e estratégias de promoção que se atinge esses objetivos. O trabalho de promoção é um trabalho de coordenação", destacou.
Chris Lynn, vice-presidente para América do Norte e mercados emergentes do London & Partners, enfatizou que o uso da tecnologia e das mídias sociais é de extrema importância para esse momento em que o Brasil se encontra. "A internet é essencial, uma vez que segmenta mercados e nos faz entender e compreender de onde vêm, como funcionam, o que desejam. Durante os jogos essas compreensão nos ajuda a prever quais os mercados que são importantes e interessantes para um futuro investimento", pontua.
Segundo Jackie Grech, diretora Jurídica e Política e conselheira da Associação Britânica de Hotelaria (BHA), portais e sites de reviews são umas das principais ferramentas que podem influenciar na imagem de um país. "Sites como o TripAdvisor, por exemplo, tem uma grande influência no consumidor. De acordo com pesquisas, 90% dos consumidores gerais afirmam que começaram a viagem por uma busca online e 65% se baseiam em alguma review online para decidir qual destino escolher e aonde vão gastar seu dinheiro. Através da internet é possível saber quem são seus consumidores em potencial e seus concorrentes. As mídias sociais por sua vez, representam um grande papel nisso tudo, onde os fatos, bons e ruins são rapidamente publicados no mundo inteiro", explica. Grech ainda afirma que é necessário saber lidar rapidamente com a má publicidade. "As redes sociais vão ditar como a imagem do Rio será vista pelo mundo. Há diversas ferramentas gratuitas, como o Facebook, Twitter, Google etc. disponíveis que ajudam na promoção de um destino", concluiu.
Fonte:http://www.mercadoeeventos.com.br/site/noticias/view/117109/rio-precisa-apostar-em-publicidade-para-olimpiadas
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